Elementos da Prática Educacional - 2018_01 - Fernando


Como manter a saúde durante a graduação e estender para além dela? Indique um aspecto que você tentaria cultivar na sala de aula para que ela seja um “motivo de saúde”.

Pergunta do dia 05/03/2018 (cada resposta termina com ======)

Manter a saúde na graduação está intimamente relacionado com identificação e respeito aos próprios limites. Aceitar, abraçar e transformar imperfeições e dificuldades próprias para sua evolução pessoal. Estar bem consigo mesmo enxergando os sinais que o seu corpo envia. Um aspecto que poderia ser cultivado para a sala de aula ser motivo de saúde é o acolhimento. Isso significa para mim: Lembrar que assim como você, os colegas possuem medos, duvidas e dificuldades, que todos estão num processo de aprendizagem, que não existe resposta certa ou errada antes de se estabelecer comunicação, diálogo e debate construtivo. Todos temos muito para aprender com as opiniões uns dos outros. ======

A saúde tem em si várias vertentes, mas para se manter estável durante este período, é necessário estar sempre bem consigo mesmo tanto fisicamente como psicologicamente, além de ter que preservar o bem-estar, envolvendo assim o conforto e a organização acadêmica e pessoal. E um dos aspectos para manter a saúde em sala de aula é a interação entre alunos e alunos e alunos e professor. ======

O trabalho para ter uma vida saudável começa na mente. Exercitar a mente de forma positiva ajuda na busca da saúde por completo. Exemplo disso são as doenças psicossomáticas, se há muita ansiedade, pode ocasionar em perda ou aumento de apetite, distúrbio do sono, queda de cabelo e etc. Na universidade é importante manter a sanidade mental. Há muitos trabalhos a serem entregues, muitas provas a fazer, mas é sensato trabalhar com limites preestabelecidos: dar o seu melhor dentro dos seus limites. Os professores podem e devem fazer parte dessa mudança. Ser bom professor não está relacionado ao quanto se deve cobrar e sim 'como'. Ter sensibilidade com a vida da outra pessoa- não sabemos o momento de outrem- e trabalhar para que a aula seja produtiva é essencial. Em produtiva lê-se manter o foco do aluno fazendo conexões entre a teoria e a prática O aspecto a se cultivar, para mim, está relacionado com organização, estabelecer horário para estudar e para se tranquilizar. SAÚDE MENTAL IMPORTA! ======

Para manter a saúde durante a graduação e após, algumas medidas podem ser tomadas. Primeiramente, atividades fisicas devem fazer parte do dia a dia de qualquer um. Ela ajuda na saúde física e mental. Outro cuidado a ser tomado é a quantidade de matérias que a pesssoa vai pegar. Ela não deve se sobrecarregar demasiadamente. Pessoas que estão passando por dificuldades psicologicas deveriam consultar com algum tipo de terapeuta e/ou psicólogo. Alimentação deve ser balanceada. Na sala de aula, o ambiente deve ser acolhedor e amigavel. Algumas atividades entre os alunos ajudam na interação. ======

Saúde mental é uma das temáticas mais debatidas no século XXI. Na graduação - bem como - depois dela, não é diferente. Algumas estratégias são eficientes na busca pela saúde mental, dentre elas: 1. Cuidar do corpo: a prática de esportes e exercícios semanais relaxa e alivia as pressões cotidianas de uma faculdade. 2. Avaliação: uma das maneiras de manter-se sadio é saber se as pressões e expectativas atribuídas ao estudante estão de acordo com o que ele pode suportar. 3. Manter-se socialmente ativo: é fundamental o não distanciamento de parentes e amigos para concluir a demanda da graduação, uma vez que isso aumenta as pressões e a sensação de sufocamento. 4. Fazer o que gosta: entrar em um curso superior para “satisfazer” as expectativas de outrem, corroboram e, muito para a frustração, visto que, muitas das vezes, não é a área desejada pelo graduando. 5. Respeito: não é interessante que o nível superior alimente a competição entre alunos e, inclusive, professores fazendo-os disputar por melhores menções, trabalhos, entre outros. Esse tipo de atitude colabora para um ambiente carregado de tensões e estresse. Visando um maior conforto e interação nas aulas, as instituições de nível superior juntamente com os alunos, poderiam investir em ambientes descontraídos e acessíveis pautados, sempre, no respeito à opiniões alheias contribuindo para fazer da graduação um “motivo de saúde”. ======

Para manter a saúde mental durante a graduação é importante repetir como uma mantra que ter um tempo livre, seja para descansar ou para realizar uma atividade prazerosa é mais importante que uma menção alta ou que um rendimento acadêmico em 100%. Momentos de respiração/concentração no início e fim das aulas podem ser boas alternativas para aliviar o stress do dia-a-dia e para garantir um momento em que o aluno pensa em si, o que muitas vezes é esquecido. ======

É fundamental cuidar tanto da saúde mental como da física durante a graduação. Para uma boa saúde mental, é importante possuir uma inteligência emocional e não se desesperar com alguns problemas que surgirão. Também é importante não se cobrar tanto, pois isso acaba não sendo saudável para a mente. Para que a sala de aula também seja um fator de saúde, é relevante que tenha professores e alunos respeitos e aulas produtivas e saudáveis. ======

Acredito que você saber colocar seus deveres e obrigações em um papel e junto a eles colocar coisas a qual você gosta de fazer e te fazem bem vão fazer com que sua saúde se mantenha, pois haverá um equilíbrio em ambas. Traria para dentro da sala de aula um ambiente a qual nos sentimos bem e acolhidos, pois assim nos sentiríamos bem e teríamos prazer em estar no âmbito escolar, não seria um peso pro estudante e assim o mantendo mais saudável. ======

Para manter a saúde na graduação é necessário cuidar de si por inteiro, conciliar seus próprios horários, dormir o necessário (8 horas por dia), separar seu tempo de estudo diariamente, para não pesar ao acumular tudo para apenas um dia na semana ou fins de semana, manter uma dieta saudável (comendo de 3 em 3 horas) e cuidar do psicológico também, procurando uma maneira em que seu aprendizado seja mais proveitoso. A maioria dessas maneiras deve ser usada nãp só na graduação, mas sim em toda vida e rotina, tanto de trabalho, como o de aprendizado, no geral. Em sala de aula eu cultivaria tornando-a um ambiente confortável, e me organizando psicologicamente para ter um proveito mais preciso dos conteúdos e aulas, além da preferência de alimentos saudáveis entre as aulas. ======

Saúde é como o indivíduo se sente, tanto no aspecto físico como no mental e ela varia de acordo com ele. A graduação exige muito de uma pessoa nesses dois aspectos e para manter a saúde é necessário utilizar meios que não deixem essa pessoa desgastada podendo ser eles: a prática de atividade física que melhora tanto o corpo como a mente, alimentação saudável, não pegar matérias que excedem a sua capacidade de estudar e se manter saudável e o combate a ansiedade. Um aspecto que poderia ser cultivado em sala de aula para que ela fosse um motivo de saúde seria o apoio entre os alunos e não uma competição que é o que normalmente ocorre. ======

Para manter a saúde, tanto mental quando física, é necessário ter atenção em diversos aspectos tanto dentro quanto fora de sala de aula. Fora de sala de aula, é preciso que se dê certa atenção à alimentação, pois ela influencia diretamente na saúde do corpo. Com uma boa alimentação, você obtém a energia necessária pra arcar com as tarefas diárias. Além de tais tarefas, é essencial que haja na rotina algum tipo de execício físico, independente de qual seja. Muitas vezes esses exercícios, além de manterem o corpo saudável, servem de válvula de escape, distraindo as pessoas de seus estresses do dia-a-dia e ajudando a aliviá-lo. Os exercícios também ajudam no sono, outro ponto crucial para a manutenção da saúde. Dormindo bem, o corpo descansa e consegue energia para aguentar os próximo dia. A falta de noites adequadas de sono pode levar à diminuição da imunidade, dificuldade de memorização, e distúrbios como ansiedade. Além disso, dentro de sala de aula, é importante que seja cultivado um ambiente acolhedor. Para isso, é importante que os colegas e amigos mantenham sempre o clima de cooperação, ao invés da competição. Assim, manter a saúde mental e física, é algo realmente viável e de suma importância para a vida dos indivíduos. ======

Compreender que a vida acadêmica não defina sua vida como um todo. Devemos ter outras ocupações, de preferência atividades que nos dê prazer em realizar como por exemplo um esporte, aprender a tocar um instrumento. Tirar um tempo para realizar coisas que lhe dê prazer é essencial para uma melhor qualidade de vida. Além disso, compreender seus limites físicos e psicológicos enquanto ser humano, e não ultrapassar essas barreiras em prol de trabalhos acadêmicos. A saúde é o que deve ser priorizado em nossa vida. Em sala de aula, procurar não empurrar conteúdos aos alunos quando estes claramente não estão em condições físicas e/ou mentais de discuti-lo. Isso é perceptível ao docente, através das expressões e gestos dos alunos. Além disso, iniciar a aula com um momento de respiração profunda traz uma tranquilidade e momento de pausa aos alunos, auxiliando em melhor percepção dos alunos acerca do assunto a ser discutido. ======

Quando fala-se de saúde, é bastante comum pensar somente em saúde física e corporal. Porém, no mundo de hoje em dia também se faz de extrema importância levar em conta o estado de sua saúde mental e emocional e das pessoas ao seu redor. Os números de casos de depressão e doenças relacionadas a ansiedade nunca foram tão altos, e é imprescindível que medidas sejam tomadas para que se possa combater esse problema, principalmente em relação a rotina estudantil e acadêmica dos indivíduos. A sala de aula sempre tem sido um ambiente repleto de inseguranças e situações altamente estressantes para alunos, em qualquer escola, faculdade, cidade ou país. E conforme os anos passam a situação só parece se agravar, conforme a competitividade, tanto na própria instituição de ensino como no mercado de trabalho para o qual ela o prepara, somente cresce. Tendo isso em vista, métodos para a manutenção do bem estar psicológico se fazem muito necessários. Isso começa com uma alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos até técnicas como meditação e terapia, que tem se provado muito úteis em situações de estresse psicológico. Além disso, a criação de hábitos mentais saudáveis é muito importante. A manutenção do pensamento positivo, o desenvolvimento de segurança em si mesmo e autoconfiança, e a capacidade de reconhecer seus próprios erros e aprender com estes de forma saudável e longe da autodepreciação são de suma importância para qualquer situação, especialmente na graduação. Dessa forma, é de grande importância que professores tenham isso em mente, e trabalhem para que a sala de aula seja um ambiente o mais livre de estresse possível. Acredito que a melhor forma de alcançar esse objetivo seja trabalhar em conjunto com os próprios alunos, explorando o limite de cada um e os incentivando de maneira a se tornarem os melhores profissionais que podem ser, sem ultrapassar nenhum de seus limites pessoais. Escutar a opinião destes também é de suma importância para a criação de um ambiente de ensino mais confortável e prazeroso. Acima de tudo, acredito que o próprio professor deva tentar se disponibilizar a trabalhar para a manutenção do bem estar psicológico de seus alunos, disposto a auxiliar e aconselhar eles durante os momentos mais difíceis de suas vidas acadêmicas. Com a cooperação entre alunos e professor, o estudo pode se tornar algo menos prejudicial à vida dos indivíduos e mais prazeroso, e dessa forma contribuir para o crescimento e incentivo do ensino no Brasil como um todo. ======

Para manter a saúde na graduação é muito importante que haja uma organização de todas as atividades a serem realizadas, incluindo obrigações, lazer, hábitos diários, entre outros, dessa forma é possível seguir uma rotina onde tudo terá o seu tempo, o que diminuirá a ansiedade e o acúmulo de tarefas, dando assim uma maior qualidade de vida, não só durante a graduação, mas também além dela se tais hábitos de organização continuarem sendo adotados. Além disso ter apoio familiar é muito importante, pois a saúde está estritamente ligada com o estado emocional. Um aspecto importante que deveria ser cultivado em sala de aula é a confiança, e para alcança-la se trabalha diversos outros aspectos, como a empatia, a amizade, e etc. Tais aspectos tornam as relações mais saudáveis e não deixa o ambiente universitário pesado, chato, ou como uma simples obrigação, mas sim um lugar onde todos se sentem bem e acolhido. ======

Em muitas situações na graduação somos muito cobrados e isso reflete bastante na nossa saúde tanto psicológica quanto na física. A principal seria a psicológica pois, de um modo mais direto, é a mais afetada. Somos constatemente exigidos a agirmos como robôs, onde nosso foco tem que ser aprender e criar resultados, onde isso muitas vezes nos tira o conforto de levar uma vida tranquila e mais agradavél, sem pensar nas cobranças. Uma das formas de manter nossa saúde, seria não nos privar de nossos lazeres, momentos de distração e diversão ajudam a nos manter mais tranquilos e a esquecer de nossas obrigações, mesmo que seja algo momentâneo. Fora as questões mais essencias, como manter uma rotina de sono boa regularmente, uma alimentação saúdavel etc, que nos mantém saudáveis tanto fisicamente e psicologicamente. Uma maneira de cultivar essa idéia de manter uma saúde no periodo da graduação e pós, de uma forma didática, seria promover atividades e planejamentos que incetivariam os alunos a se manterem saúdaveis com exercicios individuais e rotineiros. por exemplos, montar um cronograma que incluam lazeres que seriam vivenciados entre as aulas e depois na vida normal do estudante. ======

O essencial primeiramente é que você lembre que não é uma máquina e sim um ser humano. A maioria dos universitários tem problemas de ansiedade/depressão por priorizar tanto os estudos, colocando-a antes da própria saúde. Tentar manter-se calmo durante o processo, tirar um dia da semana para fazer o que gosta, ajuda a diminuir a tensão da graduação. Um aspecto fundamental é manter a calma, a falta de paciência é uma das principais causa do início da tensão e ansiedade, prejudicando tanto o aprendizado do aluno quanto sua saúde, seja física ou psicológica. ======

É necessário dedicar um horário para os estudos, mas além disso, dedicar um horário para algo que descanse a mente do estudante, algo que o mesmo goste de fazer, como ver TV, assistir um filme ou série etc., para entretê-lo e que não haja sobrecarga quanto aos estudos e consiga manter sua saúde física e mental. Um dos aspectos para haver uma aula mais saudável são aulas mais dinâmicas a respeito da matéria, pois assim os alunos podem manter um interesse maior sobre o que está sendo ensinado, e não sobrecarregarem sua saúde com aulas conteudistas e sem descanso algum. ======

O período universitário, quando não vivenciado corretamente, pode ser extremamente agressivo tanto à saúde mental quanto física. Nessa jornada os alunos enfrentarão pressões, cobranças, inseguranças e desentendimentos, além de várias horas sentados nas aulas, estudos e transporte. Em prol de manter mente e corpo no melhor estado, alguns hábitos podem ser cultivados: É essencial conservar a coluna mantendo uma boa postura durante o dia, esteja sentado ou caminhando. Também é importante exercitar-se, dormir adequadamente e ter uma alimentação balanceada e rica em nutrientes. A quantidade de água ingerida deve ser observada, com atenção às épocas mais secas do ano. Um ambiente socialmente saudável também é fundamental. É preciso, portanto, manter boa relação com os professores e alunos, sempre que possível ajudando uns aos outros e evitando desentendimentos. Realizar as atividades com certa antecedência evita o estresse e a ansiedade. Na sala de aula, pretendo me relacionar da melhor forma com alunos e professores, estando atento ao espaço pessoal de cada um, preferências e personalidades. Além disso, não exigirei o desnecessário dos colegas em trabalhos e vivências. ======

Acho que para se manter a saúde durante a graduação é necessário que se organize para que não se sobrecarregue e sofra com a pressão. Converse com a família e explique que precisará de tempo para estudar e se dedicar. Se divertir durante a graduação também é essencial. Eu tentaria cultivar aulas com momentos de descontração, como uma roda de conversa que durasse entorno de 30 min durante as aulas para que os alunos pudessem desabafar e compartilhar suas experiências. ======

Para manter a saúde na graduação é necessário que haja uma boa administração do tempo de estudos e do tempo de lazer/descanso. A organizaçao é a chave. Tirar um dia para cuidar do corpo e da auto estima é importante para que a mente nao se sobrecarregue além de melhorar no seu aprendizado. Organizar uma rotina de estudos para que sobre um tempo livre para você mesmo é essencial. Um aspecto necessario a ser cultivado em sala de aula para que esta também se torne um motivo de saúde é o respeito nas relaçoes aluno-professor e aluno-aluno. ======

Acredito que o primeiro passo para manter a saúde durante a graduação, seja estabelecer um padrão de saúde dentro dos aspectos amplos da palavra, ou seja, compreendendo o bem estar da mente, corpo e o bem-estar sócia, pois se a situação que se encontra não for a ideal não há grande proveito apenas mantendo a realidade vivenciada. A saúde é de relevante importância para o dia a dia de todo ser humano. Para se estabelecer a saúde mental, acredito que ser uma pessoa ativa e cultive relações amistosas em seu ambiente de trabalho, estudo, e familiar é imprescindível. Para a saúde física, praticar esportes com orientação profissional, ter uma dieta balanceada, dormir no mínimo oito horas por dia fazem-se tarefas indispensáveis para que o corpo corresponda à rotina universitária com proveito nos estudos. Qualidade de vida é um aspecto que está atrelado a saúde e acredito que o aprendizado mútuo dentro do ambiente de sala de aula é o maior motivo de saúde que se pode extrair principalmente na área intelectual e humana, fomentando o respeito e a empatia com os demais. ======

Uma ferramenta importante para manter a saúde, tanto mental quanto física, durante a graduação é determinar que a vida acadêmica é apenas uma dentro do conjunto das atividades que compõem a rotina do indivíduo e que ela não deve ser priorizada em todos os momentos. Evidentemente é importante se dedicar aos estudos e se esforçar para que o aproveitamento dos aprendizados da graduação seja bom. No entanto, é necessário que a pessoa tenha discernimento o suficiente para compreender que, dependendo da situação que se apresenta, a instituição universitária não deve e nem pode ser o principal determinante nas suas escolhas de vida. É essencial reservar momentos para interações sociais, repouso, alimentação, atividade física e lazer durante o dia a dia pois todas são atividades essenciais para o bom funcionamento do organismo e da manutenção de uma boa saúde psicológica e, mesmo que não se perceba um retorno acadêmico imediato advindo dessas atitudes, elas não podem ser deixadas sempre em segundo plano, em alguns contextos elas devem ser priorizadas. Por exemplo, um estudante que se encontra doente não pode simplesmente deixar de ir ao médico durante um período muito estendido de tempo porque tinha que estudar. Um aspecto que poderia ser cultivado na sala de aula para que ela se torne um motivo de saúde é a desmistificação da ajuda de psicólogos. Muitos estudantes ainda perpetuam a concepção obsoleta de que apoio psicológico é algo “para loucos” e é importante que os professores sejam uma das figuras que mudem esse pensamento e naturalizem a assistência profissional da saúde mental para que isso se torne algo comum e que quadros problemáticos possam ser acompanhados e, na medida do possível, solucionados sem que isso seja um motivo de vergonha ou um impedimento para o andamento da vida acadêmica. ======

A principal ferramenta que utilizo para a manutenção da saúde é a constante observação do meu corpo. Com isso consigo saber o que fazer para cuidar dele antes que se torne algo grave. Quando digo corpo incluo a saúde mental na saúde do corpo. Depois desta primeira semana de aula, percebi que chego em casa a noite bem agitada e que isso tem me atrapalhado a dormir e pretendo fazer uma pequena meditação antes de dormir para que tenha sempre um sono tranquilo. Isso será essencial para conseguir seguir o semestre. Tentaria cultivar a curiosidade na sala de aula, para que tenha sempre um incentivo para seguir em frente. ======

O que pode-se fazer para manter a saúde na graduação e estender para além dela seria não se auto cobrar de mais, algumas vezes a auto cobrança nos faz ir para um caminho extremo. Na sociedade em que vivemos sempre foi mantida a ideia de que os melhores alunos são aquelas que são exemplares em tirar as melhores notas da classe, com essa grande conceito o desejo de estar entre “os melhores” faz que estejamos nos cobrando sem nenhum limete para que desse modo estejamos dentro desse padrão. A questão é que somos pessoas não robôs, cada um em particular tem uma limitação. Nos jovens temos cede de conhecimento estamos dispostos a aprender, mas algumas vezes não nos adaptamos ao método de ensino ou a matéria ensinada e acabamos indo mal nas notas e nos frustrando, nos sentindo incapazes por não estar entre “os melhores” mesmo com muita dedicação. Uns aspecto que eu cultivaria dentro de sala de aula para que ela fosse um motivo de saúde seria sem sombra de duvida respeitar o momento e a opinião do colega porque algumas vezes acabamos sendo egoístas e olhando somente para nós mesmo, para o que a gente sabe e o que a gente não sabe sem respeitar o momento do outro. A duvida que o colega tem sobre tal assunto pode ser algo que eu saiba muito bem, mas talvez seja algo que ele não saiba tanto e que esteja atrás tentando aprimorara-lo, e banalizar tal questão é errado, ninguém é superior a ninguém, alias estamos todos nos mesmos barco ou seja em busca de um futuro promissor. ======

Manter a saúde hoje em dia no ambiente universitário e na vida cotidiana é um desafio que intriga a todos.Uma das formas de se manter a saúde na graduação e para além dela é: Associar aos estudos práticas que comprovadamente ajudam e auxiliam uma saúde tanto corporal quanto mental. De atividades físicas ao lazer passando pelo barzinho com os amigos, sexo, bate bola com os ''parças'',churrasquinho de domingo,boa alimentação (porque ninguém merece RU todos os dias), academia de 3 a 4 vezes por semana, uma ida ao cinema, ler um bom livro,horas de bate papo com os amigos, ou simplesmente para alguns, dormir. . A relação extraclasse entre as pessoas também é essencial, manter um bom relacionamento com companheiros de diferentes grupos sociais, se inteirar sobre assuntos não abordados no ambiente universitário e até mesmo as anedotas cotidianas são tópicos que deveriam ser praticados por todos os graduandos, graduados, pós-graduados, mestrados e doutorados...O estresse e a ansiedade gerados pelo ambiente escolar, seja no ensino médio ou no universitário, é, na minha opinião o que mais influência as chagas no ambiente de ensino. Evitar tudo isso e distrair o cérebro quando tudo estiver a ponto de explodir é por experiência altamente recomendável. Levar a vida no estilo mais ''good vibes'' possível é o que evita muito o esgotamento mental e físico. Um aspecto interessante para se levar para a sala de aula é: Mudar o próprio ambiente, torná-lo mais descontraído e fora dos padrões engessados impostos desde sei lá quando. Não cairia nada mal um ar condicionado, cadeiras mais confortáveis e quem sabe até momentos de interação com lanches rápidos e gostosos nos fins de aula. ======

Tentar não deixar a pressão da graduação/academia te abalar é difícil. Assim, ter uma rede de amigos que te estimulem a se alimentar bem, a fazer exercícios físicos, mas o mais importante é não desistir dessas e outras atividades para fazer atividades da graduação. Na sala de aula como professores é importante manter um ambiente seguro onde o aluno se sinta confortável em se expressar. Técnicas de respiração, meditação e técnicas para coesão do grupo também são interessantes. Como alunos, sempre que possível propor melhorias e tentar estimular esse ambiente saudável. Não existe uma fórmula mágica e única, mas tanto professores quanto alunos têm que estar aptos a mudar de acordo com o que parecer melhor para o grupo. ======

Saúde como outros elementos é necessária para o bem-estar do ser humano. Mas ela não é apenas para isso, muita das atividades são influenciadas pela saúde. Resumindo, quanto mais saúde, maior aproveitamento da vida, e maior a chance de se viver mais com qualidade. Manter uma boa saúde é necessário para se ter um maior aproveitamento dos estudos. Ela influencia na capacidade de poder focar nas atividades e até mesmo na disposição. Quando falamos em saúde temos a saúde física e a saúde mental, e uma está ligada a outra. O seu corpo funciona como uma unidade, então as duas saúdes tem de estar em equilíbrio para que se mantenha saudável. Com todo o estresse e a pressão causada pela graduação, há a possibilidade do graduando de não se manter saudável por si só, sendo recomendável e até necessário a ajuda de um especialista, como psiquiatra e psicólogo. Mas como dito anteriormente, a saúde física tem de complementar a mental, e questões como manter uma alimentação balanceada, em relação a ingestão de nutrientes, e a prática de atividades físicas são pontos chaves na manutenção da saúde física. Mas ser saudável também é estar bem com si mesmo, uma meditação, ou momentos para abstrair e limpar a mente por instastes são ponto chave. Um aspecto que eu tentaria cultivar em sala de aula, seria levar questões que nos fazem pensar um pouco a mais, que é necessário um esforço maior para discuti-las, que são fontes de debates, pois assim se é possível exercitar a mente e tira-la do seu estado costumeiro, o que é saudável. ======

Conciliar saúde (tanto física, quanto mental) com os estudos durante a graduação é uma questão bem difícil devido à cobrança e a pressão realizadas pelas instituições de ensino. Para manter a saúde, é importante que as universidades incentivem a prática de hábitos saudáveis, como os esportes. É de conhecimento geral que fazer esporte previne diversas doenças e ajuda a ter uma saúde mental boa. Pesquisas mostram que pessoas com depressão que fazem a prática de esportes regularmente, acabam tendo um melhor desempenho nas atividades rotineiras do que as que são sedentárias. A criação de programas de bolsa estudantil e programas de extensão aos esportistas parece ser um bom incentivo para que, além dos estudos, os estudantes dirijam suas atenções à pratica do esporte. Além disso, o incentivo aos esportes dentro da sala de aula também pode ser uma medida, pois a tornaria um “motivo de saúde” com os professores ensinando, incentivando e debatendo a importância desse hábito. Manter a saúde para além da graduação pode ser algo mais delicado, porém se tomadas as medidas mencionadas acima, é possível que um hábito seja criado na vida das pessoas, se tornando mais fácil a manutenção da saúde nos anos posteriores à formação, caso seja mantida a prática esportiva. ======

A graduação é uma fase que exige muito esforço do aluno. Se ele não estiver preparado para tal, o indivíduo pode adquirir hábitos que podem prejudicar sua saúde tanto no âmbito psicológico quanto no físico. Para manter a saúde do aluno em sala de aula, é necessário que haja uma boa relação entre ele e seu professor. O respeito e a confiança são essenciais nesse processo, onde nenhum dos dois está acima ou abaixo do outro e que os dois lados concordem e estejam cientes disso. Para alcançar este feito, o educador deve procurar se abrir mais com os alunos, expondo seus pontos de vista sobre determinados assuntos e pedindo que os estudantes se exponham também, gerando um debate saudável acerca dos mais diversos temas. Além disso, deve-se deixar de lado as punições, seja por não fazer dever ou por não comparecer a aula. Ao invés de punir o aluno, seria interessante que o professor conscientizasse os graduandos da importância da pontualidade e das tarefas de casa. O estudante deve ter a imagem do professor como um companheiro, que compartilha seu conhecimento com os outros e vice-versa, deixando de lado esse sistema de opressor e oprimido. ======

O aluno precisa de conforto e de se sentir acolhido. Como a saúde tem vários aspectos (física, mental, psicológica), decerto devemos cultivar organização, limpeza (asseio), conforto, segurança; mas também tolerância, compreensão, amor e alegria. Assim, podemos oferecer aos alunos um ambiente limpo, seguro, ordenado, acolhedor e aconchegante, por fim salutar para que possam desenvolver todas as suas habilidades cognitivas e mentais. ======

Descreva um momento em que, na escola, você se sentiu agente.

Pergunta do dia 12/03/2018 (cada resposta termina com ======)

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Uma vez eu estava atuando como monitor de biologia para alunos com necessidades especiais relacionadas à deficiência visual (CDV na 612 sul). À princípio, eu me propus a auxiliar com biologia, mas acabei por ter que ajudar em Matemática, Física, Química, Música, enfim tudo. Em vários momentos foi surpreendente ter que se utilizar da criatividade para poder auxiliar alunos com deficiência visual. Um delas, foi quando tive que ensinar o diagrama de Linus Pauling. Como fazer os alunos "visualizarem" o diagrama de Linus Pauling? Foi quando eu tive a ideia de utilizar peças de dominós para montar o diagrama. No caso, o primeiro número era o número das casas do diagrama e o segundo número do dominó era referente à letra da casa. Assim, os alunos puderam visualizar em alto relevo, o diagrama de Linus Pauling. Foi uma ideia transformadora e me senti podendo ajudar. O ambiente era a biblioteca da escola. ======

Nunca me senti agente na escola, aliás, sempre fui passiva em receber informações das quais, às vezes, não compreendia ou não concordava. ======

Depois de muito pensar, não consegui encontrar um momento na minha vida escolar que eu tenha me sentido agente ou pertencente. Minha vida escolar foi baseada no medo de demonstrar a opinião e pelo medo de estudar pelo medo das pessoas perceberem que eu gostava de estudar. ======

Quando fui monitora de uma matéria que tinha aulas práticas em laboratório e teóricas, a matéria era análise físico química de alimentos e era uma das mais complicadas do curso. Muitos alunos me procuraram pedindo ajuda e tirando dúvidas tanto pelas redes sociais quanto pessoalmente, e eu me senti muito feliz de poder ajudar os outros alunos. Nela eu elaborei questões para revisão de conteúdo, organizei laboratório, tive mais contato na relação aluno-professor e pude experimentar pelo menos um pouco as dificuldades que um professor passa no ambiente escolar e extraclasse. Além de me sentir responsável em parte pelas notas obtidas, conteúdos assimilados e quando não entendiam me esforçava ao máximo para buscar uma maneira mais fácil para fazê-los compreender. ======

Muitas vezes me senti agente na minha antiga escola devido a ser em praticamente todos os anos representante da turma e, no último ano, fazer parte da comissão de formatura, o que me tornava um meio de integração aluno-escola, tanto em questão de passar informações, quanto em de tentar resolver problemas. Também senti que eu e outros alunos fomos agentes, quando foi implantado o Grêmio estudantil que, apesar de eu não fazer parte da comissão, eles (o integrantes do Grêmio) procuraram os alunos a fim de ideias pra promover melhorias na escola. ======

Quando fizemos um trabalho chamado "Empresa" que durava cerca de um mês com participação da turma onde cada um era muito essencial pro sucesso do projeto. Com isso fui capaz de ajudar muitos colegas desanimados e desesperados com medo de errar e prejudicar a turma inteira. ======

Toda vez no final do ano, por ter vários alunos que ficavam de recuperação em física e química na minha sala e como eu tinha um bom domínio das duas matérias, eu dava um especie de aula para eles explicando as principais e mais importantes matérias do respectivo ano e quase sempre boa parte conseguia passar e sempre ficavam muito gratos por explicar para eles muita coisa que eles não conseguiram aprender durante o ano, o que para mim era muito gratificante ver que eu estava ajudando algumas pessoas. ======

Me senti um agente na escola quando fui chamada na sala de aula pra ir até um amigo para ajudá-lo em uma crise de ansiedade e em todos os intervalos que passei com ele tentando ajudá-lo a se sentir melhor e superar a ansiedade e a depressão. ======

Durante o período de ocupação nas escolas e universidades, pude participar do processo de construção de debates, exposições e assembleias que a antecederam em minha escola, mas não da ocupação propriamente dita, por motivos pessoais. Esses debates e assembleias ocorriam durante os intervalos e serviam para discutir sobre o efeito que essa ocupação teria na nossa instituição e na educação. Felizmente, os ocupantes tiveram apoio de professores e alunos não só da própria escola, mas de outras e também de alunos da Universidade de Brasília. Através dessa ocupação e o que a precedeu, pude me sentir um agente. ======

O momento na escol em que me senti agente foi quando fui, com mais um amigo, falar com o coordenador sobre a biblioteca, que não funcionava durante o intervalo, momento em que poderíamos usufruir do espaço, tanto para ler quanto para escolher livro para levarmos para casa. Nossa solicitação foi atendida e me senti como se tivesse contribuindo para a educação de todos na escola. ======

Estudei em uma escola particular que apesar de visar muito o vestibular, apresentava uma pegada social em alguns projetos. Um desses projetos era uma espécie de simulação das Nações Unidas, onde haviam apresentações culturais, debates e gincanas de arrecadação de alimentos para comunidades carentres e arrecadação de dinheiro para a reconstrução de uma casa que havia sofrido com as chuvas. Durante esses projetos, me senti agente de uma transformação social. ======

No meu terceiro ano do ensino médio, seguindo o plano de ensino do MEC, fora ensinado Química Orgânica. Chegando ao assunto de polímeros, meu professor impôs um desafio à mim; eu deveria produzir dois tipos de plástico para apresentar no Dia da Família na Escola. Dito e feito, alcancei a meta produzindo um a partir do amido da batata e outro com cola de Isopor, e, enquanto estudante tive um desafio, apresentar um conteúdo considerado complexo para pais e alunos do fundamental. Chegando o dia da apresentação, consegui bolar um esquema de ensino com os estudantes do fundamental, apresentando o plástico feito com cola de isopor, que era muito maleável e semelhante àquele brinquedo infantil conhecido como amoeba. Da mesma forma, cativei os pais e professores demonstrando os tipos de plástico existentes e ligando-os ao dia a dia e enfatizando o plástico feito a partir da batata, que é biodegradável. Dessa maneira, ultrapassei minhas barreiras com relação a falar em público e me senti importante para a comunidade escolar ao tratar de um assunto avançado com tanta normalidade, considerando-me um(a) agente educador(a). Esse trabalho foi um dos premiados no dia, em que educadores da instituição destacaram a acessibilidade da informação disponibilizada e a força em cativar todos os públicos obtida, me inspirando assim a seguir na área da licenciatura. ======

Um dos momentos foi quando houve uma reunião onde a direção escolar pediu que nós alunos nos manifestassemos em relação as questões escolares, como ao funcionamento da coordenação, estrutura da escola, a interação aluno-professor e entre outras. Mesmo que nossa opinião não mudasse 100% essas questões, ainda sim, me senti ativa dentro do corpo da escola,pelo simples fato de ser ouvida e talvez acrescentar algo em uma decisão futura que a escola chegasse a ter. ======

Muitas vezes me senti agente na minha antiga escola devido a ser em praticamente todos os anos representante da turma e, no último ano, fazer parte da comissão de formatura, o que me tornava um meio de integração aluno-escola, tanto em questão de passar informações, quanto em de tentar resolver problemas. Também senti que eu e outros alunos fomos agentes, quando foi implantado o Grêmio estudantil que, apesar de eu não fazer parte da comissão, eles (o integrantes do Grêmio) procuraram os alunos a fim de ideias pra promover melhorias na escola. ======

Um momento em que me senti agente na escola pode ser exemplificado pelo dia em que dei aulas para colegas que haviam ficado de recuperação, em um horário disponibilizado pela escola no contra turno escolar. ======

No segundo semestre de 2017, participei na organização de um congresso de biologia na minha antiga faculdade. Foi uma das primeiras vezes que me voluntariei a participar de algum evento em uma instituição que estudava e, dessa forma, me senti atuante no crescimento do curso através do melhor desempenho possível das palestras e oficinas. ======

No meu ensino médio me senti bastante agente, creio que isso se dava ao fato de haver uma maior proximidade com os professores e ter uma relação bem direta com eles, não somente com eles, mas com coordenadores, diretor, demais funcionários da escola e até mesmo com o reitor. Os momentos em que esse sentimento de agente foram mais acentuados foram durante a realização de projetos de pesquisas, abertura em algumas matérias sobre o que se queria estudar, o momento ‘reitoria itinerante’, onde o reitor frequentava os campi e havia um momento dedicado aos alunos caso desejassem tratar sobre algo, liberdade para frequentar a sala da coordenação e direção, possibilitando que dúvidas, problemas e sugestões fossem tratados de forma mais rápida e fácil. E de fato essa participação dentro da escola, traz ao aluno uma maior autoconfiança, um sentimento de liberdade e pertencimento ao local. ======

Uma vez quando eu estava no ensino fundamental, eu expliquei uma matéria de inglês pra uma amiga antes da prova que ela não estava entendendo, mas com a minha ajuda ela conseguiu e tirou uma boa nota. Esta foi uma das situações que eu me recordo de ter me sentido agente na escola. ======

Quando em todos os trabalhos eu procurei mobilizar e interagir os alunos de uma forma prática e divertida para um entendimento adequado. ======

No final do Primeiro Ano do EM eu organizei uma dinâmica de integração entre o pessoal da minha turma, pois eram todos muito distantes. Naquele momento me senti agente pois por conta dessa dinâmica nossa turma se tornou mais unida. ======

Eu estudei todo o meu ensino médio em escola pública, onde observando os comentários dos meus colegas da aula passa pude ver que minha realidade era completamente diferente, mas tinha um evento na minha escola que se chamava ‘’Festival Cultural’’ onde os alunos podiam mostrar o talento a qual possui, foi um momento onde pude me expressar e me sentir muito bem em fazer o que fiz. ======

Uma vez no ensino fundamental, sexto ano. Tivemos um projeto em grupos sobre o meio ambiente. Fiquei bastante envolvida no projeto. Dessa forma, eu comecei a levar minha câmera para registrar todos os momentos, e lugares que íamos visitar como forma de diversão e análise do que estávamos estudando. A professora gostou da ideia e deu espaço no projeto para minha proposta. Além dos alunos também terem gostado. ======

Ano passado em uma prova oral de sociologia passada com 2 dias de antecedência. Mais da metade da sala estava apreensiva com a prova então eu e esse pessoal saímos da sala faltando 2 horários para a prova. Fomos para o refeitório estudar para essa prova e nesse local eu tentei acalmá-los e explicar tudo que eu sabia sobre a matéria para eles, dei muitos exemplos, tentando mostrar aquele conteúdo em vários contextos para ajudá-los, mesmo eu estando muito nervosa. Deixei meu nervosismo de lado e dei tudo de mim para ajudá-los e quando foi na hora da prova, todos eles gabaritaram. Eles sorriam na hora que o professor explicava a resposta pois era do mesmo jeito que eu tinha explicado para eles. Senti que pude fazer a diferença apesar ======

Durante o Ensino Médio, estudei em uma escola que promovia a realização de uma Feira de Ciências anual e me senti agente dentro da escola durante a organização e a apresentação do trabalho do meu grupo já que tudo foi decidido e confeccionado por nós. O professor orientador tinha um ótimo relacionamento de confiança e de amizade comigo e com os meus outros colegas e isso permitiu que tivéssemos total liberdade para abordar os assuntos da forma que julgávamos mais confortável e adequada. O meu grupo optou por fazer um trabalho sobre Física e conseguimos utilizar a criatividade para relacionar todos os conteúdos abordados até então em sala de aula ao tema geral da Feira e, mesmo que essa amplitude/mobilização toda não fosse exigida pela escola, demonstramos esses conteúdos de diversas formas e, inclusive, levamos um carro para o pátio da escola, formamos pequenos hologramas com capas de CD e celulares, montamos um display de vários espelhos e feixes de luz. ======

No meu antigo colégio, os momentos em que eu me senti agente não foram dentro de sala de aula, mas sim nos momentos fora da sala onde eu coordenava um grupo de jovens católicos, assim, eu sentia que todos no grupo se ajudavam para enfrentar dificuldades acadêmicas ou fora do colégio. ======

Eu nunca me senti agente na minha escola. ======

Não tenho casos em que fui agente na escola, pois, além de ser tímido(a) a minha escola tinha uma educação baseada em assistir aulas, com uma carga horária de 50 horas semanais, com aulas nos sábados e ,em alguns dias, simulados no domingo, logo, não pude aprimorar minha experiência como um aluno agente. ======

Eu estava no 7°ano, em 2012, quando participei de uma feira de ciências chamada IsaacTec, em que, o tema proposto para a minha turma foi a Água. A partir do início do projeto, eu como aluna, já me senti essencial para o andamento das experiências e organização do ambiente. Enfeitamos toda a sala com TNT azul e centenas de peixinhos coloridos imitando um aquário. Nós mesmos (alunos) escolhemos os experimentos que queríamos explicar e apresentar, cuidando e arrumando todos os procedimentos sendo, somente, supervisionados pelo professor responsável pela turma. Foi um dia muito especial e marcante para mim, pois me senti muito ativa na escola e agente de transformação também. ======

Resposta – Acredito que foi no 3º ano quando estudando vanguardas europeias tivemos a oportunidade de decidir basicamente tudo na nossa apresentação, era livre de um jeito que não tinha conhecimento no colégio por muito tempo. Fizemos uma apresentação teatral e escrevemos um jornal ambos com uma liberdade difícil de ver, principalmente no ano pré- vestibular, pas 3, Enem... Receber da escola o poder do tempo, para poder fazer algo maior e mais significativo do que uma prova é extremamente gratificante. Hoje mesmo revi o vídeo que postamos no youtube dessa apresentação e eu vejo que foi muito mais importante que o conteúdo de vanguardas ou do que muitas outras coisas que fiz no vestibular nesse mesmo ano. ======

Já que a regra é ser honesto com as crianças, você imagina alguma verdade que não poderia ser dita?

Pergunta do dia 19/03/2018 (cada resposta termina com ======

Tem que ter sensatez no que for dito. Não acho legal chegar em uma criança e dizer o quanto a vida possa ser dolorosa, que, muitas vezes, é um fardo ter nascido. Isso pode impactar negativamente a percepção de mundo. ======

Aquela verdade que possa fazer com que a criança deixe de ser criança. ======

Se um professor está trabalhando naquela área por falta de opções, ele não deveria falar isso a seus alunos pois diminuiria a confiança deles no professor. É difícil confiar em alguém que está exercendo algo sem querer, que não tem amor ou consideração pela profissão. O professor deveria guardar essa verdade para si e tentar ao máximo não demonstrar essa verdade aos alunos. ======

Eu acho que a questão não é o que pode ou não ser dito as crianças e sim a forma como é dito. Não precisamos mentir ou inventar coisas que não existem, é só falar a verdade porém com cautela. Inclusive, temos que ter cautela pra falar não só com crianças, mas com qualquer pessoa em geral, com criança o cuidado tem que ser maior pois ela ainda está em processo de formação e tudo que for dito tem muito influência nisso. ======

Podemos contar a verdade para as crianças, desde que a forma que contamos um fato não as traumatize. A linguagem com que devemos falar deve ser adequado com o nível de maturidade de cada um, afinal até as crianças possuem características individuais. Então para ser honesto com elas devemos adequar o fato a linguagem delas contando de maneira real, mas com palavras que elas consigam entender e de forma a não abalear a sua fase infantil. ======

Acredito que não podemos omitir verdade alguma às crianças. Devemos trazer à tona as verdades sobre a vida, os relacionamentos e a sociedade. Talvez dizer as verdades, possa prepara-las para o futuro, e fazê-las mais sensatas e menos iludidas a respeito do mundo e o que há nele. ======

Acho que a verdade sobre contos de fada, como a verdade de papai noel não existir. A imaginação de uma criança é muito fértil e me lembro que quando criança imaginava como o papai noel entregava todos os presentes em uma noite e era tão divertido. Acho que verdades como esta não devem ser ditas para não estragar a magia e deixar a criança flutuar no mundo da imaginação. ======

A única verdade que não poderia ser dita, seria dizer para as crianças que o mundo infantil acaba uma hora ou outra e é impossível retornar, devemos deixá-las aproveitar cada pedacinho sem se preocupar com possíveis problemas futuros. ======

Devemos ser honestos com as crianças, porém ao contar a verdade a elas é necessário ser coerente com a idade da criança. Então, algumas verdades podem ser omitidas durante um tempo, até a criança ter maturidade suficiente para receber a informação - a verdade. ======

Acredito que todas as informações a serem passadas para as crianças devem ser adequadas para a faixa etária em que elas se encontram. A forma que os tópicos são abordados, assim como a quantidade de detalhes a seu respeito, dependem tanto da maturidade quanto da necessidade de apresenta-los. A morte é um ótimo exemplo de assunto que deve ser abordado de forma sensível com crianças. Não é uma atitude responsável fingir que a morte não existe e afirmar que as pessoas próximas nunca deixarão de existir, no entanto é igualmente irresponsável apresentar esse tópico de forma cruel e fria ao extremo. A melhor solução seria, no caso, apresentar o conceito de morte de uma maneira mais abstrata e aprofundá-lo de acordo com a necessidade, obviamente uma criança que perde os pais cedo demanda uma explicação mais detalhada do que uma que só passará por isso quando estiver mais velha. ======

Que ela não é capaz de fazer algo que ela poderia fazer. ======

Fatos que para nós, denominados como adultos, não há relevância ou parecem simplórios, na cabeça das crianças são recheados de magia, a imaginação de uma criança é vasta e bela. Um exemplo claro dessa magia está retratado no livro “O Pequeno Príncipe”, onde, devido a exigência do menino no desenho desse cordeiro, o Aviador aposta na sua imaginação, desenhando apenas uma caixa e dizendo que o cordeiro está dentro dela. A sua aposta na imaginação foi premiada, para o garoto aquele é o cordeiro mais belo e majestoso entre todos os cordeiros. Manter essa essência faz com que as belezas do mundo se tornem ainda mais cintilantes em seu olhar. Sendo assim, verdades podem doer menos aos olhos das crianças, que por muitas vezes não entendem o que realmente se passa e apenas a aceita, e conforme crescem, entendem o que ocorreu e compreendem. Entender com o mundo é desde o princípio pode ser importante para seu desenvolvimento pessoal, e, por mais que perca a ingenuidade em alguns aspectos. torna-se mais apta em outros. Crescer pode ser doloroso para uma criança, amenizar essa dor é necessário. ======

Acredito que uma verdade que não deveria ser dita é sobre a maldade existente no mundo hoje em dia, como guerras e violências que estão cada vez mais presentes na nossa sociedade. É bom alertar mas não focar nesse problema, a infância é a melhor parte da nossa vida, com uma combinação de inocência e uma imaginação inexplicável; ter uma noção forte da violência nos limita a viver certos momentos e certas coisas. Acredito que para crianças não pode haver limites quando o assunto é vivenciar... ======

Considerando a faixa etária infantil, diversas coisas devem ser poupadas ou mesmo ditas como "meias-verdades" para as crianças, uma vez que sua maturidade ainda não foi alcançada. Questões acerca de sexualidade e motivos de um divórcio ou adúltério, por exemplo, são assuntos que devem ser tratados com cuidado e sensibilidade. Sexo, formação de bebês e problemas conjugais são alguns dos exemplos do que eu acredito serem verdades que não possam ser ditas em determinada idade, e dependem muito, claro, da maturidade que cada criança apresentar. ======

Não consigo imaginar nenhuma verdade que não poderia ser dia a uma criança. Pois, todas devem conhecer e aprender sobre tudo que nos cercas, pq um dia irão crescer e precisarão do conhecimento adquirido quando jovens. Porém, eu acho que as verdades devem ser ditas as crianças sempre com muito cuidado, parcimônia, no tempo certo e da forma correta! Pois se não houver cuidado, as verdades do mundo e da vida, podem acabar desencantando e atrapalhando a infância das crianças. Que é uma coisa muito bela! ======

Quando um pai por exemplo gosta mais de um dos filhos, nao deve contar essa verdade a eles. ======

Acredito que deve ser honesto com as crianças, porém a criança ainda não tem a maturidade suficiente para entender todas as coisas, então devem ser ditas as verdades, mas em uma linguagem que acompanhe o raciocínio e crescimento gradual da criança, para não comprometê-los. ======

Há muitas verdades que devem ser mantidas ocultas das crianças, principalmente as de cunho violento e sexual, pois são realidades chocantes demais e que podem causar perturbações no seu desenvolvimento, há inúmeros casos que nos afirmam isso. Uma mãe ou pai policial, por exemplo, ao voltar para casa depois de se envolver com uma cena de latrocínio, estupro, tiroteio e outros, certamente vai privar a criança desses detalhes quando ela perguntar "oque você fez hoje?". ======

Compreendendo a criança como um indivíduo até sua pré-adolescência (11~12anos), acredito que há verdades que não precisam ser ditas, muitas pelo fato da criança não ter um lastro intelectual ou emocional para assimilar ou lidar com o que acontece de fato, mas ao ser indagado por uma criança deve-se ter a sapiência de entregar apenas o que satisfaz a questionamento no primeiro momento sem se omitir ou faltar com a verdade. Crianças são pessoas que tem sua formação influenciada a todo momento, logo qualquer tipo de informação tendenciosa pode moldar o caráter e gerar danos futuros, cabe a cada um, criança ou não tomar para si o que lhe convém. Acredito que assuntos delicados como religião e sexo devem ser tratados com muita atenção, a religião que vem de uma base familiar por vezes é apenas imposta à criança ou o sexo que é mistificado aumentando a curiosidade e estimulando o amadurecimento precoce. Em linhas gerais não há verdade absoluta em diversos aspectos e a descoberta do que muitos já sabem é um passo muito importante para vida de um ser, logo explorar o que se tem em volta é o natural dos pequenos e cabe aos responsáveis estimular um crescimento que condiz com sua idade e não sobre caia o fardo da responsabilidade para quem está em idade tenra ======

Acredito que o certo é realmente ser honesto com as crianças, pois, dessa forma, aprenderiam a encarar as realidades, portanto não consegui pensar em alguma verdade que não poderia ser dita, apenas entendo que algumas são bem complicadas de serem contadas e que alguns detalhes poderiam ser omitidos, porém ainda contendo a verdade. ======

Quando a criança é pequena e tem algumas fantasias, como acreditar em papai noel,por exemplo, algumas mentiras podem ser usadas para alimentar a imaginação e fantasia da criança. Mas acredito que em relação à realidade do dia a dia, tudo deve ser contado se brotar curiosidade ou se achar necessário. Mas acho que tudo deve ser avaliado dependendo da situação. ======

Eu não consigo imaginar uma verdade que não pudesse ser dita para as crianças, tudo pode ser dito se adaptado para as diversas idades, de forma que haja um maior entendimento. As crianças entendem muitas coisas e podem até mesmo encarar de forma diferente diversas situações, por isso não há motivos para esconder uma verdade de uma criança. ======

Na minha opinião não existe nenhuma verdade que não deve ser dita, mas dependendo da idade da criança deve-se ter abordagens diferentes e diferentes graus de profundidade no assunto tratado com a criança. ======

Acredito que toda verdade deveria ser, não dita, mas debatida. Faz-se necessário, entretanto, se atentar à forma com que essas informações são postas, para que a criança compreenda da melhor forma possível, e no tempo adequado à sua idade. Há alguns tabus, por exemplo, que, por não serem adequadamente discutidos nas escolas, se tornam graves problemas sociais, no futuro. Pode-se exemplificar: a falta de educação sexual e o alto índice de gravidez indesejada, a ausência da discussão sobre identidade de gênero e o fato de o brasil ser um dos países que mais mata transexuais no mundo, entre outros fatores que influenciam diretamente no futuro cenário do país. ======

Não há verdade que esteja impedida de se dizer ás crianças, porém temos aquelas verdades que podem afetá-las de alguma forma durante toda a vida. ======

Acredito que faz parte da honestidade aceitar que você terá que abordar assuntos delicados. Todos os assuntos e verdades podem ser ditas para as crianças, mas o principal fator a ser levado em consideração é a adequação da forma de expressar para cada faixa etária, para as particularidades de cada indivíduo e para o contexto em que será dito. Minha principal dificuldade é expressar as atrocidades da humanidade da melhor maneira possível. Um exemplo seria: Como comunicar para crianças em situações de vulnerabilidade social o que é estupro? O que é abuso sexual? Como se prevenir? É possível dizer essa verdade sim, mas esses assuntos delicados precisam também de muita delicadeza na abordagem e principalmente de sensibilidade e responsabilidade do transmissor da mensagem para as crianças. ======

Qual você considera o limite do poder do grupo sobre o indivíduo? E qual você acha que deve ser a atitude do indivíduo ao ver esse limite ultrapassado?

Pergunta do dia 26/03/2018 (cada resposta termina com ======

Não acredito que o grupo tenha poder sobre individuo, cada um tem seu direito de opinar você concordando ou não com a opinião de tal, o errado é o autoritarismo sobre o individuo só por não concordar com ele. ======

O limite é estabelecido quando sua voz não é ouvida e suas ideias são ridicularizadas. A atitude não pode ser outra além de sair. ======

Acredito que o limite do poder é a partir do momento em que esse poder fere os princípios do indivíduo, sua essência, aquilo em que acredita. Ao ver essa situação, o indivíduo deve se impor, mostrar que sua opinião tem valor e que ninguém deve rebaixá- la por mais ou menos do que aquilo que o grupo quer. ======

O grupo não pode ultrapassar os limites da liberdade de ir e vir, de opinião e outros, do indivíduo. É necessário que o indivíduo continue sendo um indivíduo, independente de estar em certo grupo. Os seus pensamentos individuais são tão importantes quanto os que serão feitos coletivamente. O indivíduo que sentir que o grupo ultrapassou esse limite, tem que se manifestar perante o grupo e colocar sua opinião na roda, pois é um direito. ======

O limite de grupo é ultrapassado a partir do momento que seu poder é exercido de forma autoritária, manipuladora, tirando qualquer direito do indivíduo de se expressar livremente. A partir do momento que esse limite é ultrapassado, o indivíduo deve reagir, indo atrás de seus superiores pedindo auxílio ou, caso não funcione, fazendo manifestações com seus colegas para acabar com o autoritarismo e toda forma de opressão. ======

Infringir leis e ferir aos outros, física ou verbalmente, é ir contra os seus próprios direitos como cidadão. Agindo assim, o indivíduo não aceita que vive em sociedade e que junto com os direitos, estão os deveres. Temos o direito de expor opinião e o dever de controlar essa exposição, para que ela não ataque diretamente um indivíduo ou um grupo. Pode-se exemplificar isso com base nas opiniões políticas, a partir do momento que o seu credo fere os outros, ele é totalmente inviável e inválido, como na frase “educação é um direito de todos, exceto de minoria x”. A partir do momento que um indivíduo ultrapassa o limite do outro, esse tem direito de acionar as autoridades, pois juntamente com o limite rompido, rompe-se leis. Embasamento de leis pode ser um exemplo claro de limites, o limite de opinião sobre integração social termina quando o racismo acontece, o que por lei é um crime. O limite de uma pessoa acaba quando o de outra começa. ======

Quando o grupo compartilha de uma opinião, ele pode a expor e mostrar seus argumentos para que então o indivíduo que ainda não tem opinião ou tem outra opinião possa refletir sobre o assunto e assim escolher se passa a compartilhar da mesma opinião do grupo. O grupo jamais deve impor sua opinião para ninguém ou depreciar a opinião do outro, caso isso aconteça o indivíduo deve pedir que parem e exigir respeito ======

O poder do grupo sobre um indivíduo vai até o momento em que começa o desrespeito com o próximo, visto isso o indivíduo deve tentar esclarecer a situação a fim de mudar a atitude do grupo em relação a suas atitudes. ======

O limite do poder do grupo sobre o indivíduo está na injustiça que este poder pode provocar na vida do indivíduo. E qual você acha que deve ser a atitude do indivíduo ao ver esse limite ultrapassado? O grupo deve criar mecanismos que possibilitem esse tipo de discussão, podendo o indivíduo acionar quando achar que esse limite foi ultrapassado, como um pedido de ponto de pauta. ======

O poder do grupo sobre o indivíduo atinge o limite quando o interfere nos assuntos pessoais que dizem respeito apenas a ele, como sentimentos ou opções. O grupo pode até tentar argumentar com a pessoa, mas não até o ponto dela se sentir oprimida. Ao ter esse limite ultrapassado, o indivíduo deve conversar com o grupo sobre isso e, se o grupo não mostrar mudanças, o indivíduo deve se impôr ou se afastar. ======

Considero que o limite é a imposição, a falta de um indivíduo poder apresentar suas opiniões, e pensamentos. Ou seja, a partir do momento que a pessoa não consegue expressar suas palavras e tem que apenas aceitar o que a vontade do grupo está lhe impondo, e se sente oprimida por não se encaixar nessa imposição. O que a faz não ter o direito da palavra. A atitude do indivíduo ao ver esse limite ultrapassado, na minha opinião, deveria ser ele se posicionar e não aceitar que a maioria faça ele mudar seus conceitos, pensamentos e ideias, a penas por serem maioria. E resistir, para ter pelo menos direito de opinar, se pronunciar e mostrar seus pensamentos para o grupo. ======

Acho que o limite é quando o grupo passa a ter total controle sobre o indivíduo e começa a controlá-lo e moldar suas opiniões e atitudes. O indivíduo por outro lado deve se atentar para quando isso acontece e ao perceber que o grupo está ultrapassando os limites ele deve se afastar e não deixar ser domado. ======

O limite seria quando o grupo começa a afetar sobre as coisas que o indivíduo atingiu sozinho e/ou coisas que afetem negativamente sobre o indivíduo. O indivíduo deve relembrar o que a individualidade representa a um grupo, e que o grupo é constituído de mentes individuas unidas, e que a desunião afeta a coletividade. ======

Se o grupo for uma sociedade, esta deve estabelecer leis para manter a ordem, tendo o poder de aceitar ou recusar as atitudes do indivíduo. Se essa atitude fere o direito de outro indivíduo ela não deve ser aceita, se não fere ninguém ela é aceita. Os tipos de opiniões ou atitudes aceitáveis ou não devem ser estabelecidas pelas leis. Quando o indivíduo achar que o limite está sendo ultrapassado ele deve promover um debate, se juntar com pessoas que têm a mesma opinião e tentar mudar os limites das leis. Cada grupo tem leis e limites diferentes baseados em sua cultura. ======

O poder que um grupo pode exercer sobre um indivíduo pode muitas vezes, dependendo de seu tamanho, ser ilimitado, determinando seu modo de viver, seus pensamentos, opiniões e gostos. Quem disse que o que você gosta é realmente algo pessoal seu? Ou será que foi alguém que determinou o que é bonito, o que é feio, e o que é certo e o que é errado? Apesar disso, o limite do poder de um grupo sobre um individuo deveria ser posto de modo que se uma norma como dita correta pelo grupo, atacasse a existencia de um individuo, esta nao fosse mais aceita. Entretanto, na vigente sociedade globalizada e capitalista, é quase impossivel determinar esse limite. Desse modo, um individuo que vê sua existencia sendo atacada deve se juntar àqueles que compartilham deste mesmo sentimento para reivindicar essas normas que o grupo como um todo impôs. ======

O limite do poder do grupo sobre o indivíduo é o limiar do respeito a diferentes opiniões, por vezes, discordantes e divergentes. O grupo pode e deve buscar um consenso, e até o convencimento, tão somente, através do debate, da argumentação lógica e da troca de informações e ideias relevantes a uma dada questão. A persuasão pode ser pretendida, mas somente através de um debate construtivo, em que egocentrismos sejam desconsiderados. E, de qualquer forma, o grupo não deve impor o desejo da maioria, só por ser maioria, a não ser que haja um consenso anterior em relação ao poder de decisão da maioria. Ao ver esse limiar do poder do grupo ultrapassado, o indivíduo deve questionar, caso tenha havido quebra de regras ou consensos, e buscar medidas legais para garantir seus direitos como indivíduo portador de livre-arbítrio e opinião peculiar. ======

O limite do poder do grupo sobre o indivíduo deve ser baseado nas liberdades individuais e no limite de bem-estar do indivíduo. Tal limite desrespeitado a partir do momento em que a pessoa se sente anulada e desconfortável com o ambiente e/ou situação e quando não se sinta livre para exercer seus direitos e liberdades individuais. O indivíduo ao ver esse limite ultrapassado deve comunicar tal coisa, para que a situação possa ser contornada, ou se retirar do ambiente e da presença das pessoas que a fazem se sentir “invadida”, mas antes de tal ato, é recomendável que haja um diálogo onde os lados sejam apresentados. ======

O limite do poder do grupo seria forçar esse indivíduo a fazer algo contra si mesmo ou alguém que ele não queira, usar a força para silenciá-lo ou para fazê-lo ser a favor de alguma ideia do grupo e ainda decidir algo sem o seu consentimento. A atitude do indivíduo deve ser a conversa sempre que possível para resolver o problema para que o grupo não se quebre ou haja rixas internas. ======

Primeiro que o grupo deve dar voz a cada indivíduo e depois chegarem num acordo que seja o mais próximo de todas as idéias. Caso um indivíduo não respeite o acordo decidido, o limite do grupo sobre tal indivíduo é dar à ele a voz novamente, dizendo o porque de não aceitar e no que deveria melhorar ou dar a opção dele se retirar do grupo, já que aquilo que o indivíduo está vivendo é contraditório ao que ele acredita. A atitude do indivíduo é colocar à frente sua opinião e respeitar a decisão tomada pelo grupo. ======

A partir do momento em que o indivíduo se sente oprimido e não consegue expressar o seu jeito de ser, por medo de julgamentos e desrespeitos, pode-se dizer que o limite do poder do grupo foi ultrapassado. Dessa forma, a pessoa acaba não se sentindo à vontade e livre, tornando um ambiente tóxico para ela e um sinal de que o grupo excedeu seu limite de poder. Ao acontecer isso, o indivíduo poderia dizer ao grupo o seu desconforto, para tentar abrir-lhes a mente para mudar e, caso eles não mudassem a postura, a pessoa iria acabar se afastando ======

Acredito que o limite do poder sobre o grupo se encontra na manutenção do bem estar do grupo como um todo, ou seja, quando a liberdade de certo indivíduo se faz ameaçada pela autoridade do grupo, ou o indivíduo se vê de alguma forma negligenciado ou humilhado, é necessário que exista uma reavaliação dos ideais sociais presentes no grupo em específico. Porém, assim que algum indivíduo toma algum tipo de ação que prejudique outras pessoas desse mesmo grupo, é importante perceber que essa ação em si mesma ameaça o bem estar das pessoas vítimas da agressão do indivíduo em questão, ou seja, essa pessoa não está colaborando para o bem estar geral do grupo, e portanto, a autoridade da comunidade deve lutar para que esse tipo de ação tenha fim. Isso pode ser resumido na conhecida frase “o seu direito termina onde o do próximo começa”. Fora isso, em situações onde o poder do grupo falha em atender com os direitos individuais de cada um, é necessário que a comunidade, em conjunto, tenha consciência de ambos seus problemas e privilégios e se juntem para lutar para que todos dentro dessa sociedade possam usufruir dos direitos que originalmente foram criados para atender a toda a comunidade, sem exceção. Só existe real democracia se todos do grupo estão sendo ouvidos e atendidos igualmente. Creio que a luta pelos direitos de todos os cidadãos se coloca na mão até dos que não são afetados pela situação em específico, pois a falta de compromisso com os direitos da comunidade fere a democracia de todos. Assim, em qualquer situação, o indivíduo que tem o seu limite do poder do grupo ultrapassado deve adquirir conhecimento e estudo para combater de frente seus problemas, e procurar ajuda das pessoas que estão dispostas a lutar pelos direitos iguais para todos na sociedade. ======

Acho que, na prática, o grupo tem um poder que se sobrepõe ao indivíduo, visto que há a possibilidade de ter sua visão suprimida pelo coletivo, acredito que essa não deva ser a forma com que um grupo deve agir perante uma opinião divergente, afinal, todos deveríamos ter a isegoria ( mesmo direito de fala ). Eu, honestamente, não sei a solução do indivíduo ao ver o seu limite ultrapassado pois, em casos extremos, como uma ditadura, se opor ao grupo pode trazer consequências inimagináveis, já no âmbito escolar, ou de uma discussão, deve-se impor sua opinião e vontade, sem se sentir oprimido pelo coletivo, afinal, NA TEORIA, deveria-se respeitar todos os pontos de vista :) ======

Acredito que o poder do grupo deve vir de uma junção do consenso e do bom senso e deve respeitar a individualidade e os direitos fundamentais de todos. Algumas situações importantes para poucos indivíduos e/ou para os indivíduos que possuem menos expressividade dentro do grupo são normalmente negligenciadas e é papel da maioria se policiar para se posicionar de modo que isso não aconteça. No entanto, é importante que o grupo saiba impor seu poder sobre comportamentos e opiniões egoístas e imaturos que são prejudiciais para a convivência coletiva. Acredito que caso esse limite seja ultrapassado o indivíduo deve se fazer ser ouvido pelo grupo que, em uma situação ideal é composto por pessoas que prezam pelo bem estar geral e estão preocupados com a boa coexistência, ao se tornar consciente dessa situação buscará saídas para acomodar exigências importantes do indivíduo. ======

Um grupo deve ter o poder sobre o indivíduo pré-estabelecido pelos participantes, respeitando sempre a vida e a justiça. É arriscado demais que cada indivíduo tenha pleno direito de agir e de falar da forma que quiser sem alguma punição para uma atitude abominável. Uma sociedade que não regula seus componentes de maneira sábia, tende certamente ao caos. Todo ser humano ao viver em sociedade instintivamente determina regras e limites, para proteger a própria vida. Há uma linha tênue, entretanto, que separa o controle e a harmonia do autoritarismo, por isso a sociedade deve ter o poder de, igualitariamente, escolher suas regras e seus representantes, caso haja ======

Acredito que todos devem exercer seus direitos e principalmente seus deveres e o poder do grupo deve ser de assegurar os direitos de cada indivíduo e fiscalizar se os deveres para com todos estão sendo executados, logo uma máximo que tomo para mim é: o seu direito acaba quando o do outro começa. Sendo assim o coletivo deve ter o poder de assegurar o que é melhor para todos impondo estes limites, cabe ao indivíduo que enxerga como ultrapassados esses limites vigentes, mostrar o novo horizonte para o restante com argumentos válidos. ======

O grupo precisa respeitar integralmente os direitos de cada indivíduo, além de respeitar as particularidades de cada um. Entender que cada ser humano é único e apresenta limites físicos e psicológicos/emocionais diferentes é muito importante. Sendo assim, o limite do grupo é o respeito ao indivíduo na sua totalidade, por isso é necessário o acolhimento. Conhecer cada componente do grupo individualmente e conhecer as características do próprio grupo é fundamental. O individuo que se sentir desrespeitado e que tiver seus limites ultrapassados deve imediatamente se fazer ser ouvido pelo grupo. Reivindicar seus direitos e mostrar para o grupo como e porque você se sente desrespeitado, baseando-se em diálogo respeitoso (para que não se torne também um agente de desrespeito dentro do grupo e nem ultrapasse o limite de outras pessoas nesse espaço). Mostrar para o grupo uma forma de reverter o processo de injustiça é um passo importante para o avanço do próprio grupo. ======

Com a sociedade sendo tão diversa, é quase impossível existir um consenso geral entre os representantes de um grupo, portanto, a vontade de uma maioria representa o interesse do grupo. A partir disso, o limite do poder de um grupo sobre o indivíduo é o limite que foi consentido entre a maior parte dos indivíduos desse grupo. As regras, ao serem definidas, por mais que não tenham o consenso de todos, foram lidas e compreendidas por todos, estando o indivíduo ciente de seus atos e consequências. Portanto, o grupo é mais um exemplo do jogo entre dominar e ser dominado, e o limite do poder de um grupo sobre o indivíduo é nada mais do que as regras criadas por uma maioria e, de certa forma, “impostas” a minoria. O indivíduo ao ver o limite do poder sendo extrapolado não deve agir sozinho, mas se juntar com outras pessoas que tenham passado pela mesma situação e, talvez, discutir uma reforma nas regras do grupo, tentar mudar seus ideais/limites. ======

Acho que o grupo tem um poder muito forte de coesão e coerção das ações do indivíduo. Essa questão é bem complicada, porque isso poderia depender da situação. Numa sala de aula o grupo pode alterar e impedir diversos comportamentos do indivíduo. A dificuldade está em controlar e limitar esse poder. Já que muitas dessas coisas podem passar despercebido ou são sutis demais para controlar. O que podemos e fazemos é criar regras para reduzir isso. A maneira mais efetiva é que essas regras, dentro de sala de aula sejam acordadas com todos os presentes. É importante que seja bem claro e explícito o que deve ser feito individualmente e pelo grupo. De modo que todos possam alertar o próprio grupo quando esses limites são ultrapassados. Assim o grupo pode tomar providências. Já que por serem sutis o grupo pode não estar percebendo essa alteração. ======

Um grupo deve sempre buscar conviver em harmonia. As pessoas naturalmente são diferentes, possuem características físicas diferentes, índoles diferentes. Os indivíduos do grupo devem sempre estar atentos se a harmonia desse grupo está em risco. O limite do poder do grupo sobre um individuo está diretamente ligado ao grau de desordem causado por esse individuo. Lembrando que um grupo sempre deve agir sobre um consenso e com bom senso. E caso o grupo aja com excesso de poder sobre o individuo, para a boa convivência, esse individuo deve demonstrar sua insatisfação e argumentar para os outros integrantes do grupo o porque de achar isso. ======

O limite que o grupo deve ter com o individuo é o de não agredir o individuo nem verbalmente nem mentalmente e respeitar a liberdade do próximo. Ser contrario a esta atitude do grupo e buscar meios de esclarecer essa situação e corrigir os erros cometidos pelo grupo. ======

Como chegamos a esse ponto? (a historinha que o Fernando contou)

Pergunta do dia 09/04/2018 (cada resposta termina com ======

Para o professor ter proferido tal frase a seus alunos, creio que ele sentiu muita tristeza em não ter ninguém lá para ouvir o conhecimento que ele tanto queria passar. Porém, para que seus alunos também tivessem algum incômodo, nem que seja um parte do que ele sentiu, proferiu esta frase a fim de diminuir os alunos, para que estes se sintam tão mal quanto ele. ======

O fato de todos os alunos, mesmo que coincidentemente, faltarem a aula e não avisarem o professor, o fez ficar chateado. Quando o professor relacionou os alunos ao giz, apagador e quadro, ele quis fazê-los sentir o mesmo sentimento sentido por ele. Talvez a falta de comunicação fez que com que houvesse uma falta de interpretação de em relação a toda a situação ocorrida. ======

Quando o professor fala aos seus alunos de maneira a entender que eles eram menos importantes que os materiais, como o giz e o apagador, naquele momento ele estava com raiva. Porém no momento em que eles faltaram o professor se sentiu menosprezado, como se seu trabalho e esforço não valesse nada por causa da falta de seus quatro alunos, ele também deve ter achado um desperdício do seu tempo, o qual para todos nós seres humanos é importante, ter ido até a sala e ver que não haveria aula. Ele também deve ter pensado que seus alunos não valorizavam seu trabalho tanto assim a ponto de fazerem de tudo para comparecer, além de se sentir no fundo triste de ir fazer o seu trabalho algo que ele provavelmente gosta de fazer e não poder desempenhar seu papel. No momento em que ele faz aquela afirmação para os seus alunos, há um distanciamento e ruptura da relação professor-aluno, isto é, ela passa a ser mais formal e ruim. Os alunos não vão mais ver com bons olhos as aulas ou o professor em pessoa, mas ao contrário disso essa afirmação vai incitar neles um sentimento de mágoa e desprezo, assim como o professor se sentia. Uma das coisas que o profissional da educação queria fazer naquele momento era com que seus alunos se sentissem da mesma forma que ele se sentiu, além de puni-los. Uma coisa a se destacar é que professores também faltam, e que alguma coisa ocorreu naquele dia para que os seus orientandos não pudessem ir. Assim não foi um ato muito atencioso da parte dele como professor e muitas vezes exemplo daqueles alunos, pois agora do mesmo jeito que ele os tratou e comparou a um giz ou apagador, os orientandos vão o tratar. Seria esse o modelo de ensino que esse professor queria passar aos seus orientandos? Que tratem aqueles que vão em busca da sua orientação e se um dia faltam, são reduzidos a meros instrumentos sem valor. A ação desse profissional não é justificável, porém não podemos descartar como ele se sentiu. Portanto os alunos deveriam não levar em conta o que se diz da “boca para fora”, e tentarem amenizar a tensão que a relação professor- aluno se tornou, além de que o professor poderia ter se preocupado a ponto de ter perguntado o porquê das faltas em conjunto, afinal somos todos humanos e esse comportamento, portanto é humano. É normal errar, falar coisas sem pensar, mas podíamos ter a consciência de reconhecer nossos erros e tentar, pelo menos um pouco, sermos empáticos. ======

O professor provavelmente se afetou com o fato de todos os alunos terem faltado, apesar de ter sido uma coincidência, e tentou disfarçar isso dizendo que não tinha problema, pois ele já tinha o quadro, o giz e as cadeiras e não precisava de mais nada, ou seja, diminuindo seus alunos. Talvez o professor queira se mostrar superior a seus alunos, como se eles não fizessem diferença, porém ele deve ter ficado chateado sim com o acontecimento, só que demonstrou isso diminuindo eles e mostrando que não se importava. O fato dele precisar demonstrar que não se abalou com o ocorrido, prova o contrário. Além disso, o professor esquece que os alunos são fundamentais para a sua profissão e se acha melhor que eles, isso fez ele chegar a esse ponto. ======

Professor entendeu que a falta de alunos não afeta sua aula, sendo que o mesmo se preparou para aquilo, tendo pessoas na sala ou não. A presença não faz o professor, quem o faz é ele mesmo e a sua força de vontade e dedicação. A motivação para seguir essa digna profissão deve ser a capacidade de repassar conhecimento com destreza, que é o que o professor quis insinuar, sendo que, mesmo havendo ninguém, ele demonstrou o seu amor a profissão. ======

O fato dos alunos não terem comparecido à aula demonstra uma fragilidade na relação-aluno, o que demonstra que algo estava instável. Talvez os alunos estivessem desmotivados, pois é incomum todos faltem, não houve coincidência de todos. O professor, ao ir dar aula mesmo com todos ausentes, aliás, não acredito que ele falou para as paredes, portanto não deu aula e sim apenas compareceu em sala de aula, evidencia o ego do professor de só ligar pra ele. ======

Provavelmente o professor usava de uma autoridade burocrática em sala de aula. Ele era a pessoa mais importante da sala de aula, detinha do poder. No seu pensar, era os alunos que precisava dele e não o contrário. Tendo seu salário todo mês em sua conta bancária era o suficiente, não precisava se esforçar para “embelezar” suas aulas, sua presença e seu falatório já bastavam, seus alunos eram apenas pessoas subordinadas e inferiores a ele. ======

O principal motivo que gerou isso, na minha opinião, foi os sentimentos do professor, provavelmente ele se sentiu sem proposito ali pois o mesmo estudou anos e etc para se preparar para dar aulas como aquelas e simplesmente todos os seus 4 alunos faltarem gerou uma certa frustação e sentimento de abandono no mesmo o que logo o deixou com raiva. Isso só mostra como nossa sociedade é tão sem faltada de empatia, o professor que falou essa frase horrível também já passou por situações assim, pois provavelmente no passado e ate mesmo no presente as pessoas o tratavam sem tentar compreender e escutar o próximo e ele somente esta repetindo a atitude esperada, essa falta de empatia é um grande problema, pois provavelmente os alunos não fizeram por mal de ter faltado, eles devem ter tido algum imprevisto, mas o professor não estava nem ai para isso e somente para os seus próprios sentimentos, deveres e obrigações sem levar em consideração os sentimentos, deveres e obrigações do próximo. ======

Um dos aspectos, seria o professor estar apenas cumprindo com suas obrigações (passar o conteúdo) independente de ter aluno ou não. Ou simplesmente, estar apenas cumprindo a sua folha de ponto. ======

O professor dando aula, mesmo sem aluno algum em sala de aula, assume uma posição de poder e coloca sua aula e conteúdo acima do saber. Porém, antes de agir agressivamente, quando coloca objetos inanimados acima dos alunos, o professor sentiu falta de interesse e descaso, desencadeando uma reação de raiva. ======

Tal ponto é alcançado , talvez, pelo entendimento errônio do professor do que é dar aula, pois os alunos são os principais envolvidos nessa atividade, juntamente do professor. A falta de diálogo entre eles, permite observar o uso da autoridade corcitiva, na qual, o professor nem pergunta o porquê das faltas, demonstrando pouco ou nenhum interesse por seus alunos individualmente. A constatação de que ele necessita somente do giz, das cadeiras e do quadro confere aos estudantes a condição de desnecessários ou irrelevantes, uma vez que tanto faz a presença deles ou não para que a aula ocorra. Por outro lado, temos o lado do professor, que por algum motivo foi levado a agir dessa forma. Como disse o Fortes, "a raiva nunca é o primeiro sentimento", sendo assim, o docente pode ter sofrido algum tipo de afronta por parte dos dicentes e/ou desvalorização do seu trabalho. Como pessoa, também, pode ele ter sido alvo de críticas não construtivas ou mesmo feito de invísivel, porque quando os alunos querem ignorar um professor, eles o fazem , infelizmente, muito bem. Portanto, tal atitude pode ter ocorrido em decorrência de uma série de problemas anteriores que levaram o professor a tal atitude surpreendente. ======

Primeiramente, acredito que a questão que levou a fala do professor foi o próprio não se sentir valorizado em si, como nenhum aluno foi a sua aula, de alguma forma ele deve ter sentido com que a aula não agregasse nada em relação ao ver dos alunos. Acredito que esse foi o fator principal para a chateação do professor e o que o levou chegar a esse ponto. E em relação aos alunos, não acredito que tenha sido por falta de interesse ou por combinado, só de certa forma foi um senso que atingiu a mente dos 4 alunos. ======

A construção da relação professor aluno foi totalmente negligenciada, seja em qualquer nível de aprendizagem é de relevante importância que este relacionamento seja harmônico e o professor no caso citado demonstra que lecionar não é a atividade que ele deveria estar exercendo. O professor sem o aluno é como o futebol sem bola, é algo sem sentido pois o conhecimento deve ser passado a diante. Esta situação chegou a este ponto pelo fato do professor não saber lidar com pessoas, por ser uma turma reduzida os alunos poderiam se comunicar de forma melhor para que não gastasse o tempo de quem está a frente de sala de aula. ======

O que deve ter ocasionado a reação do professor, é o fato da desvalorização da educação e de educadores ser tão concisa. Este profissional se sentiu extremamente desrespeitado por ter ido trabalhar e não ter como ensinar ninguém, a reação até agressiva provavelmente é um reflexo da experiência de vida acadêmica desse professor. Muitas vezes a vida em sala de aula é estressante e há um pensamento disseminado que apenas o aluno precise do professor, e este não precise dos alunos, mesmo sendo uma completa relação de troca, e se falta alguma parte o propósito de ensinar e aprender não pode ser executado. A exaustão e desvalorização fez com que o professor chegasse a esse ponto e desmerecesse a presença dos alunos, pois é ele que detém o "conhecimento", mas como já foi dito é uma relação de interdependência. ======

Chega-se a esse ponto ao não ter diálogo e franqueza entre os pares, para que cada um tenha abertura para expressar seus sentimentos e suas situações em uma relação de confiança em que se vê que o processo de crescimento educacional se dá mutuamente ======

O professor, ao falar de maneira grosseira e cruel, revela que provavelmente se sentiu desvalorizado e abandonado quando os seus 4 e unicos alunos faltaram no mesmo dia. Ele se sentiu triste e posteriormente com raiva e ressentido ======

A narrativa mostra um professor que perdeu a capacidade de discernir qual era seu papel naquela situação por ter, provavelmente, se sentido insultado pelo comportamento dos alunos. Por se tratar de uma turma pequena, a probabilidade de várias situações acontecerem e nenhum aluno comparecer a algum encontro era maior do que em uma turma grande, no entanto, o professor ignorou esse cenário e optou por alimentar o pensamento de que todos faltaram a aula por acreditarem que o seu tempo não fosse importante. Infelizmente, o professor não buscou esclarecer o ocorrido e deixou que seu ego ferido dominasse sua razão e se dirigiu aos alunos de uma forma que ele sabia que os estudantes se sentiriam da mesma forma que ele, mesmo sendo uma fala não verdadeira e rude. ======

Só foi possível chegar a esse ponto devido ao pensamento do professor, pois por um momento, o professor achou que dar aula e conteúdo para ninguém, seria mais importante do que não dar conteúdo algum. ======

Há todo um sistema desumano de pressões que cobra dos professores resultados, agendas, datas e seguir rigidamente alguns cronogramas, certamente. Por outro lado, o descaso para com os alunos foi tão grande que não considerou nenhuma maneira de compensar a falta de uma forma que nenhum dos dois lados saísse prejudicado, não se preocupou em pensar nem por um minuto em uma forma de indicar o conteúdo perdido ou direcionar os alunos para que chegassem na aula seguinte sem atrasos. Isso seria ainda uma solução com um pequeno viés individualista, visto que a solução mais altruísta seria remanejar a própria agenda de forma que pudesse incluir a aula no tempo restante sem atrasos, o que precisaria de um esforço considerável, ainda considerando que fosse uma turma que não faltaria a aula sem um bom motivo. Isso, porém, seria visto como trabalho demais para a maioria das pessoas, já que vivemos numa cultura de pensar pouco no próximo, no máximo ajudar até o ponto onde nós mesmos não suamos uma gota sequer. ======

Acho que o que aconteceu nessa história é um extremo que não deveria ser tão comum quanto tem sido. Primeiro, a posição amedrontadora que o professor passa para os alunos é terrível. Terrorismo psicológico. Chega a ser difícil explicar o quanto de problemas isso pode levar ao ambiente de ensino-aprendizagem. Ao invés de tornar o estudo prazeroso, torna a presença naquela disciplina/sala de aula algo a querer ser esquecido e por consequência tudo o que está relacionado. Isso, no entanto, não é o foco do texto. Inicialmente, o uso do medo pelo professor é como citado no filme “sabor e o saber” uma demonstração de que o profissional não sabe lidar com os alunos de maneira horizontal e democrática. Então a prática pedagógica desse professor já se torna alvo de críticas aí. Mas o ponto ainda mais triste da história é quando o professor diz que não importava ter faltado alunos, pois existiam cadeiras, o quadro e o giz. Isso simplesmente indica que não a prática pedagógica ali. Não existe relação de ensino-aprendizagem, já que os alunos são dispensáveis para o professor. Por ser um professor de ensino superior, no contexto de pós-graduação, podemos discutir quais os parâmetros para se tornar um professor universitário. Claramente não é a didática ou o mínimo conhecimento sobre ensino que torna alguém professor universitário. E aí, entra o problema de que professores universitários entram na universidade para poder pesquisar e o que deveria ser a razão para estar ali se torna um fardo para permanecer na universidade. Um professor que não está contente dando aula vai infelizmente ser um professor ruim. ======

O professor ficou decepcionado, chateado pelo fato de nenhum aluno ter ido a aula, talvez achasse que eles haviam combinado de faltarem, ou qualquer outra coisa, mas ele queria se manter autoritário, queria ainda se sentir mais superior, e por isso tratou os alunos de tal forma, talvez essa forma bruta e mal educada de tratar as pessoas seja uma forma de expressar seus sentimentos e sua indignação. ======

Quando um professor não enxerga mais seus alunos como pessoas que estão ali para descobrir e aprender novos conhecimentos. Quando o professor apenas lê seu conteúdo programático sem se importar se o aluno realmente aprendeu. Mas há um porém também, essa situação pode ser causada por um professor que perdeu sua capacidade de instigar os alunos ou porque os alunos não veem e compreendem o professor mesmo que este tente, então o professor desiste após tentar instigar seus alunos ======

O professor ao ter a atitude de tratar com indiferença o fato dos quatro alunos, coincidentemente, terem faltado sua aula, mostra uma falta de sensibilidade e compressão muito grande. Na minha opinião, para isso ter acontecido, possivelmente, o professor teve um sentimento de que os alunos não deram importância e desmereceram sua aula. Pois, para ele chegar ao ponto de rebaixar e comparar seus alunos com um quadro, com cadeiras e com um giz só pode ser explicado por um sentimento de raiva, consequência de um sentimento de decepção. ======

Por trás do comportamento do professor de igualar seus alunos a quadros e cadeiras, esta um desrespeito e uma falta de empatia gerada pelo complexo de superioridade que muitos professores adquiriram na carreira. Chegamos a esse ponto por acreditarmos que alunos sao subordinados aos professores quando a relação deveria ser de cooperação ======

Ao analisar o problema apresentado, é importante que se discuta a motivação existente por trás da reação do professor. É fácil perceber que para ele, chegar à sala de aula e não encontrar nenhum de seus alunos lá é não só decepcionante como, do seu ponto de vista, pode parecer bastante desrespeitoso. É claro que os alunos não carregam culpa por não poderem atender à aula naquele dia em específico, porém, ao olhar pelo lado de alguém que teve o comprometimento de ir ao seu trabalho, assim como todos os dias, mas por algum acaso qualquer, ver que seu esforço foi completamente em vão, é difícil não se sentir traído e desrespeitado. Dito isso, a reação do professor foi certamente, egoísta e rancorosa, pois apesar da consequência negativa das faltas dos alunos, é parte de seus direitos como estudantes de não atender as aulas que não puderem. E portanto, é também esperado do professor que tenha empatia por seus alunos e não os trate desta forma, pois não fizeram nada de errado e fora dos limites impostos a eles. Em qualquer situação de conflito, como o exemplo apresentado, é de extrema importância que se considere os diferentes pontos de vista envolvidos. Nessa situação em específico, são claros os sentimentos ruins causados ao professor e acredito que assim como ele, qualquer pessoa em seu lugar se sentiria da mesma maneira, ou ao menos sentimentos similares. Apesar disso, sua reação pode ser bastante repreendida pois foi completamente baseada em rancor e vingança, sentimentos que devem ser evitados ao máximo em qualquer que seja o contexto. Podemos então concluir, que não é por que se pode compreender a atitude de certo indivíduo e suas motivações por trás desta, que essa atitude seja certa. Sentimentos negativos são inevitáveis, porém é o seu modo de lidar com tais sentimentos que realmente mostra o seu caráter, e nunca é certo devolver na mesma moeda, como o professor fez. ======

acho que quando o professor começa a ver os alunos apenas como maquinas de reproduzir respostas chegamos a esse ponto, em q um aluno é comparado e igualado à importância de um giz ======

O que vcs acham que eu espero de vcs?

Pergunta do dia 23/04/2018 (cada resposta termina com ======

Como professor acredito o que se espera de mim como aluna, olhando de uma forma mais profissional e didática, é a responsabilidade, dedicação e maturidade em relação as aulas e as obrigações. Também acredito que há a questão de interesse ao aprendizado e ao que é passado em aula, incluindo também a participação. São todos fatores que de certa forma mostram o resultado da interação aluno-professor e o resultado diante do que está sendo passado. Acredito que esses são os principais pontos que um professor analisa e espera de seus alunos para tanto ter uma conclusão pessoal tanto do seu aspecto profissional. ======

Seguindo a sua dinâmica de ensino e conscientização para a formação de profissionais mais humanos, acredito que espere da gente o mesmo que dita e as atitudes que demonstra em sala. Espere que sejamos profissionais que além de cumprir o nosso dever de educar, sejamos companheiros e respeitosos mutuamente com nossos alunos. Espera que, além de ter voz forte em aula, que envolva e encante os alunos no ato de aprender, que façamos uso completo das lições dadas. ======

Dedicação. ======

Eu acredito que você espera que a gente seja totalmente sincero com nossas opiniões e não tenhamos medo de expô-las. ======

Que alguns conceitos que nós alunos trazemos sobre dar aula, ser professor. como ser um bom professor sejam desconstruídos e talvez melhorados. ======

Espera que entendamos o que significa o ato de ensinar. ======

Mente aberta e senso crítico para estarmos abertos a possibilidades e questionar se aquilo que nos é imposto realmente é certo, para assim, sermos bons profissionais e, também, boas pessoas. ======

Visão sistêmica. ======

Imagino que o professor queira que apliquemos o que discutimos nas nossas futuras salas de aula. Que sejamos professores exemplares para nossos alunos e que sejamos além de tudo, humanos dentro e fora da sala de aula, hoje e no futuro. ======

Responsabilidade. Responsabilidade em ser professor, em ensinar, em cuidar do aluno, em incentivá-lo a aprender e interagir com o conteúdo, em honrar o seu trabalho, em melhorar a cada dia para transformar o futuro dos seus alunos em algo positivo, em aprender a ter harmonia com seus alunos e é claro, responsabilidade de amar a sua profissão. ======

Responsabilidade  ======

Respeito mútuo entre professor e alunos, para que possa existir uma comunicação eficiente entre as duas partes. ======

Emancipação. ======

Bom, eu acho que você espera que nos tenhamos uma graduação feliz, que não nos matemos para passar, e uma graduação sem desespero, que nós nos esforcemos para conseguir conquistar o diploma sem nos descabelar. Que façamos o nosso melhor! ======

Desenvolvimento de senso-critico, e mudança na forma de pensar o paradigma de ensino educacional. ======

Quando recebi essa pergunta, confesso que fiquei um pouco perdida, pois perguntas tão amplas geralmente nos deixam desconfortáveis, enfim, o que o professor espera de nós? acredito que ele espera diversas coisas dos seus alunos, mas se for para pensar em apenas uma (não tenho certeza se é a principal) eu diria que ele espera que sejamos os melhores profissionais que pudermos, tanto no sentido de realizarmos bem nosso trabalho sendo bons professores quanto no sentido de sermos felizes e satisfeitos na nossa profissão.  ======

Que possamos refletir sobre o sistema educacional vigente de forma crítica, para que possamos oferecer aos nossos futuros alunos a forma mais agradável o processo de ensino aprendizagem.   ======

Compreensão para com nossos alunos. ======

Acho que espera confiança. Confiança para te ouvir e trazer seus pensamentos e ensinamentos para nossa vida, de forma que possamos levá-las por nossa história e aplica-los/ usar, quando necessário, caracterizando um aprendizado. ======

Acho que você espera que nós sejamos professores transformadores, que apresente novos métodos, novas perspectivas e novos comportamentos em sala de aula. ======

Acredito que espere Reflexões. Que a partir das aulas sejamos capazes de refletir a respeito das atitudes que tomaremos em sala de aula quando nos tornarmos professores e o impacto que elas terão na convivência com os alunos. ======

Comprometimento  ======

Que cada um encontre e trilhe o caminho que acredita ser necessário percorrer para ser um bom professor, que enxerga seus alunos. ======

Que entendamos que para nos tornarmos bons professores devemos proporcionar o diálogo e o respeito. ======

Acho que espera que sejamos profissionais tão bons quanto você.  ======

Confiança. A confiança de que conseguirá nos tocar com suas palavras e experiências de uma forma que nos fara sermos pessoas melhores aonde quer que nós formos. ======

Respeito. ======

Eu acho que o senhor espera que nós tiremos pelo menos o mínimo de proveito das aulas e dos ensinamentos passados seja por você ou colegas. ======

Acredito que o professor espera que nós como alunos, levemos elementos importantes, como os debatidos em aula para para o ambiente que um dia iremos ocupar no cargo de professor. Sempre pensando no bem estar humano para que a cognição seja duradoura e útil a quem destina as aulas ministradas.  ======

Dedicação.  ======

Interesse. ======

No mínimo, respeito! Progressivamente... presença, atenção, participação, compartilhamento de conhecimentos, questionamentos, dúvidas, pontos de vistas distintos, diversas visões de mundo, diferentes entendimentos, opiniões, respostas às perguntas semanais, dedicação nos trabalhos de plantio ou nas tarefas para casa, construções intelectuais dos fundamentos do ensino. Principalmente que nós reflitamos sobre importância e relevância das práticas educacionais, e que possamos construir novas e eficientes perspectivas de ensino e educação. ======

O que seria da UnB se nenhuma aula fosse obrigatória e se não houvesse a possibilidade de reprovação?

Pergunta do dia 18/06/2018 (cada resposta termina com ======

A UnB seria um lugar em que somente os alunos realmente interessados fariam parte da construção da universidade. Ou seja, o que eu acredito que aconteceria inicialmente seria uma redução drástica do número de alunos participantes da aula. Essa situação abriria um precedente para a liberdade de cada aluno ser o agente ativo da própria formação, pois cada um faria apenas aquelas atividades que realmente acredita que contribuem para a sua formação. Cada um ocuparia seu tempo com aquilo que realmente acredita que importa! Como eu não preciso comprovar que venho ou não, eu venho enquanto a motivação permanece. Como eu não preciso mais comprovar pra ninguém que aprendi por meio de avaliações que resultam em notas e que determinam minha aprovação e reprovação, o aprendizado se torna um processo individual e autônomo. Cada aluno aprende o que quer quando quer. Acredito então que nesse dia os processos de aprendizagem seriam livres!  ====

A UnB não formaria profissionais qualificados para o mercado de trabalho. ====

A adoção desses modelos de ensino na UnB provavelmente acarretaria em maior sucateamento ainda do espaço público, considerando que até mesmo seguindo os modelos atuais, há que abuse do que lhe foi concedido por esforço próprio e esqueça de quão difícil é estar onde se está. Atualmente, em minha opinião, o sistema de exigência de chamadas é ineficaz na universidade, considerando que muitas vezes há professores com didática fraca ou que não seja do agrado de um aluno e cobrar a presença do mesmo em sala de aula apenas o afetará negativamente, considerando que seria considerado um tempo perdido o tempo permanecido em sala de aula. Por experiências passadas afirmo, há professores que mesmo abrindo mão da presença obrigatória são aulas em que são poucos os que não se comprometem à ir. Considero a reprovação como uma "lição" dada ao estudante, como um exemplo de demonstração em onde pecou durante o período de estudo ou de exigência de maior comprometimento com o mesmo. Claro que, há casos e casos em que o esforço do aluno seria de mérito uma aprovação e em que o sistema de nota do professor não condiz com seu conteúdo, para isso uma formalização maior do conteúdo atenderia fluentemente esses aspectos, basta apenas o profissional docente e o aluno agirem com empatia entre si. ====

Acredito que a maioria das pessoas não levaria os cursos e matérias a sério, e não se esforçariam, pois não 'ganhariam ou perderiam' nada, se esforçando ou não se esforçando. E acredito que não se tornariam bons profissionais, já que poderiam passar em todas as matérias sem aprender. ====

Por morar no Brasil, não acredito que isso daria muito certo. Depois de um certo em casa, ter que ir à aula por alguma eventualidade seria ainda mais dificil. Não sei como ficaria a capacidade profissional. Tem que ter muita força de vontade para não desanimar durante a graduação. No fim das contas, não faço a mínima ideia. ====

Os alunos poderiam seguir suas responsabilidades no tempo deles, pois, cada um tem seu tempo e tem seu limite. Não necessariamente a universidade deveria impor tantas regras a serem seguidas, como por exemplo provas, provas não definem a inteligência ou habilidades de uma pessoa, apenas colocam pressão subestimando muitos.  ====

A universidade de brasília, atualmente, é um lugar em que o estudante possui certa independência quanto à presença, estudos para as provas e etc.  Do jeito que está, muitos alunos não se comprometem 100% e já há diversos casos de reprovação por falta e falta de preparo para as avaliações. Caso não houvesse presença obrigatória acredito que uma parcela muito grande dos estudantes faltaria as aulas descaradamente, resultando na ma absorção do conteúdo e caso não houvesse prova, esses estudantes se tornariam profissionais com um déficit de conteúdo muito grande, e não seria um profissional competente. A universidade caso fosse como descrito formaria profissionais descapacitados e não seria mais uma universidade “de nome”. ====

Objetivamente,enxergo dois principais rumos - caso a UnB adotasse essa postura: acredito que teríamos uma parcela de alunos realmente esforçados e que presenciariam as aulas porque sabem da necessidade e importância delas para suas vidas e honrariam o lugar que conquistaram, valorizando as aulas e matérias mesmo que não houvesse reprovação Contudo, há de se perceber que não seria a maior parcela a interessada, levando-se em consideração que muitos não frequentariam as aulas e ficariam tranquilos, uma vez que a reprovação  não existe. Porém, a necessidade e existência dos métodos avaliativos (alguns) manteria alguns vários alunos nas matérias ditas como "mais complexas". ====

Acredito que essa mudança poderia impedir que os alunos se sentissem sob a tamanha pressão que sentem hoje em dia, e evitar que sua saúde mental fosse colocada em segundo lugar, proporcionando um bem estar maior a esses alunos.  Dito isso, também acho que isso poderia diminuir significantemente o aprendizado que os alunos devem receber. Acho fácil de perceber o problema se, por exemplo, estudantes de medicina não tiverem seu conhecimento testado e não forem reprovados caso não alcancem o nível de conhecimento necessário para a prática da profissão, e ainda assim se formarem sem grandes dificuldades.  Além disso, certas matérias são obrigatórias pois são pré-requisitos para que se possa ser um bom profissional em sua área, e se essas matérias forem ignoradas, é bastante claro que, não somente o aluno se veria em desvantagem em relação aos outros, como poderia prejudicar outras pessoas caso seu curso tivesse em vista serviços essenciais prestados a comunidade. Acredito que em certos casos, é necessário que alguém que possua mais conhecimento e tenha mais experiência em certa área, possa mostrar o que é melhor para os alunos, e creio que dar matérias obrigatórias seja a maneira que a faculdade tem de proporcionar um ensino extremamente importante e que não deve ser ignorado.  Então, apesar de apresentar benefícios para os alunos, não creio que essa seja a maneira correta de consertar os problemas de ensino que vivemos. Deve haver algo que possamos mudar sem prejudicar tão fortemente o ensino que devemos receber. ====

Acredito que não funcionaria muito bem. Muitos alunos fugiram das suas obrigações e estariam nem aí para a faculdade. Infelizmente, uma grande parte das pessoas só fazem porque é de fato, cobrado e se não cumprido, gera consequências. O que eu imagino, seriam alunos não frequentando as aulas, fazendo os trabalhos e provas de qualquer forma, o que por consequência geraria profissionais ruins, obviamente, sem generalizar. Isso tudo é questão cultural pois se o sistema fosse de outra forma, talvez funcionaria. ====

A UnB continuaria sendo uma instituição de ensino, porém com um menor número de alunos frequentes, uma vez que muitos não gostam do caminho que tem que percorrer até ela, e pelo fato de que algumas pessoas preferem estudar sozinho. Claro que a não obrigatoriedade e a impossibilidade de reprovação faria com que alguns alunos se aproveitassem disso e buscariam um diploma sem o mínimo de esforço, apesar de hoje já existir isso, com tal mudança isso poderia aumentar. E, não devemos esquecer que por mais que seja talvez um número pequeno, haveria também pessoas interessadas em agregar conhecimento. ====

Se dependesse de alguns alunos, aqueles que não se importam, seria ainda pior para eles, pois não se preocupariam em se dedicar para aprender algo, ou estudariam no geral. Além de que poderia haver pouca presença pois só iriam realmente aqueles que quisessem. Eu acho que nós ainda não estamos preparados para esse tipo de situação pois falta maturidade de alguns indivíduos. ====

Os alunos fariam matérias que julga necessária para a sua formação enquanto profissional daquela área, de acordo com o objetivo de profissional que pretende ser. ====

Entraríamos em um impasse. Teríamos menores possibilidades de pessoas doentes psicologicamente, porém teríamos menores presença de alunos em algumas matérias e seria difícil avaliar se um aluno está apto para passar em uma matéria sem a possibilidade de reprovação, como ter certeza que ele realmente pode avançar?! ====

Acredito que, se não houvesse a obrigatoriedade de nenhuma aula e não existisse a possibilidade de reprovação na UnB existiria, inicialmente um estranhamento muito grande por parte dos alunos, já que tamanha liberdade repentina seria muito distante da realidade do ensino básico atual. No entanto, após esse período de desconforto seria bastante positivo para os estudantes não ter uma cobrança estrutural de demonstração de performance acadêmica, já que eles teriam liberdade de aprender ao seu tempo e de acordo com suas necessidades, e isso tornaria a passagem pela instituição mais acolhedora, gratificante e satisfatória. ====

É difícil falar sobre o desenvolvimento do aluno quando não há recompensa. Independente do grau de interesse, ter uma forma de graduação após sua tarefa cumprida, é estimulante.A UnB seria uma espécie de peneira para os interessados fidedignamente em seus cursos, em crescer de forma intelectual. ====

A UnB seria uma faculdade muito boa e com alunos mais felizes ====

Há uma possibilidade de que a UnB continuasse a ser um lugar de estudo, com pessoas ainda mais comprometidas, se nenhuma aula fosse obrigatória e se não houvesse possibilidade de reprovação. Para isso seria preciso que houvesse um maior diálogo sobre o que isso significa na educação, sobre o papel da educação e do ser humano na sociedade. Feita a transição, estudar na UnB seria um local de incentivo de pesquisa, de curiosidade, de crescimento pessoal, além do diploma. ====

Apenas os alunos realmente interessados em adquirir conhecimento e experiências acadêmicas permaneceriam e, provavelmente, continuariam frequentando mais as matéria que gostam de verdade, já que não teriam a obrigação de passar naquelas que não gostam e iriam as aulas só quando estivessem realmente dispostos. ====

Eu acho que primeiramente muitas pessoas iriam relaxar, iam faltar as aulas, ir somente nas das disciplinas que gostasse e não faria os trabalhos com vontade. Seria um tempo em que tudo seria malfeito e feito as pressas por poucos alunos. Talvez uma minoria continuasse fazendo as atividades e comparecendo as aulas. Porém acredito que dado algum tempo, quase todos iriam perceber que estes só estavam prejudicando sua graduação e perceberiam que é necessário participar das aulas e realizar as atividades para que possa ser um bom profissional e que essas experiências podem ser muito positivas. ====

Sinceramente, seria um sonho se transformando em realidade. Apesar de todas as matérias serem fundamentais para a graduação e vida após ela, sempre existem aquelas que acabam se tornando um fardo, seja por causa do conteúdo e/ou professor, e o trancamento pode não valer a pena, por causa da grade etc. E se as aulas possuíssem essa facilidade de aprovação, ia ser muito mais fácil para aproveitar as matérias que trazem interesse. ====

Acredito que não seria bom para ninguém. De alguma forma temos que mensurar o que foi absorvido de conteúdo de algumas matérias mais conteudistas, sem falar que para o nome da universidade diante os olhos da sociedade, seria uma tragédia, pois a universidade seria desvalorizada. Alunos como eu orgulhosos de estarem onde estão e galgando o crescimento intelectual não se sentiriam assim, pois a queda de algumas exigências, traz consequências e ainda que super difícil e com reprovações, façamos que isso valha a pena, já que é a forma vigente e comum que vemos. Vale lembrar que não custa tentar achar outras formas de avaliação e não se apegar somente ao achismo. ====

Acredito que pela falta de obrigatoriedade o curso funcionaria melhor. Não ser obrigado a fazer as atividades levaria a uma melhora das atividades por parte dos professores e traria os alunos que vissem a importância dessas aulas para os encontros. A UnB seria ainda o mesmo espaço, possivelmente tão cheia quanto ela sempre é. Estar em sala de aula não é o único jeito de se fazer universidade. Acho que essa mudança funcionaria muito bem, só ainda não é tão efetiva porque poucas matérias que não cobram chamada não conseguem alterar o panorama geral da universidade. ====

Creio que haveria uma mudança grande em relação a avaliação do mercado de trabalho em relação a UnB. Pois no momento em que se tira uma avaliação da "qualidade" dos alunos formados, o mercado deveria achar um jeito de avaliar. Outra coisa que mudaria seria o estudo dos alunos, no momento em que se tira a possibilidade de reprovação, é questionável se os alunos realmente se interessariam e estudariam realmente o conteúdo.

Pro Dia Nascer Feliz

Sugata Mitra: Escola nas Nuvens

4 documentários sobre educação.
(http://canaldoensino.com.br/)


(há vários "Sementes do Nosso Quintal"!)


Educação Libertadora