Até que ponto ou até que momento a autonomia do estudante é valorizada dentro e fora de sala de aula? A estrutura escolar atual é muito baseada na ideia de escola dos primordios, o que implica em uma certa subordinação dos estudantes ao professor que, na maioria das vezes, é tido como superior e como aquele que ditas as regras dentro de sala de aula. Sendo assim, ainda hoje, a autonomia do estudante não é tão valorizada. Exemplos disso são as punições dentro de sala, que querem ditar o comportamento, não deixando a autonomia do estudante decidir o que é certo e errado, além do constante sentimento de cobrança gerado em cima dos alunos, não tornando o aprendizado algo natural. Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento da aprendizagem efetiva? Muitos educadores acreditam que por meio da formalidade a aprendizagem ocorrerá da melhor maneira possível, porém acredito que quanto mais natural e sem tantas cobranças o conteúdo for passado, mais fixado estará na mente dos alunos.Todavia também creio que regras sejam necessárias, não para padronizar um compartamento em sala de aula, afinal o ser humano é diverso e a maneira como cada um aprende melhor é particular, mas sim para garantir uma boa convivência dentro de sala de aula, assegurando o aprendizado de todos.

==== 1-Na construção tradicionalmente vista da relação aluno-professor há uma clara assimetria desde a etimologia. Aluno do latim quer dizer lactantes, fazer aumentar, crescer, nutrir. Pressupondo uma relação de passividade por parte do estudante, que portanto só se estende a sala de aula ou outros meios formais onde se dá a autoridade do educador. Efetivamente essa premissa muitas vezes se traduz numa anulação da autonomia do estudante no processo de aprendizagem na sala de aula. Enquanto isso, fora dela, lhe é cobrado o oposto, que tenha autonomia total para preencher as lacunas deixadas pelo docente, sem orientá-lo previamente. Prejudicando o desenvolvimento de uma autonomia funcional ao processo de aprendizagem. 2- As estruturas que conhecemos como sala de aula e respectivas instituições de ensino são, salvo exceções, praticamente universais e inalteradas nos últimos séculos. Não por demontrarem grande eficiência na forma de transmissão do conhecimento ou auxiliar o processo de aprendizagem, mas sim por atenderem a certas demandas sociais. Dentre elas, transmitir o dito conhecimento formal de forma "universalizada", sempre tendo em vista questões sociopolíticas indissociáveis. Dessa forma, o valor da estrutura formal da educação não se dá em si, não garantindo a aprendizagem em maior ou menor grau, mas sim por consolidar "a escola" como instituição social e validando o que nela é feito.

==== 1) É muito comum do aluno não ter autonomia dentro da sala de aula, na maioria das escolas de ensino médio, o aluno não pode nem decidir sobre a sua ida ao banheiro sozinho, ele precisa da permissão do professor. Outro exemplo da falta de autonomia dos alunos é o fato de que ele não pode escolher como se comportar em sala, seja dormindo na aula ou até mesmo no jeito que ele quer sentar na cadeira, pois até nisso os professores costumam a controlar. 2) a estrutura formal da educação é a mesma já há muitos séculos, a sociedade vem, avançando cada vez mais, mas isso é uma coisa que ainda não mudou. As escolas forçam os alunos a ficarem sentados em cadeiras por 6 horas seguidas ouvindo um professor falar quando existe tecnologia para fazer uma aula bem mais interativa e interessante para os alunos.

==== 1- Até que ponto/ momento a autonomia do estudante é valorizada dentro e fora da sala de aula? 2- Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento da aprendizagem efetiva? O processo de aprendizagem começa com o despertar da criança para um mundo repleto de novidades. Inevitavelmente a natureza, linguagem e sociedade incitam a curiosidade infantil que não busca respostas razoáveis, busca respostas profundas e bem detalhadas para o entendimento completo, das questões simples às mais complexas. A curiosidade e disposição se renovam e é neste momento que a criança começa a desenvolver a lógica, memória e AUTONOMIA para explorar e solucionar os mistérios que a cercam. Então na escola primária a criança se depara com um condicionamento perverso. Ficar horas sentada, em silêncio preferencialmente, ouvindo e realizando atividades de repetição. Ao longo do crescimento da pessoa, no "progresso" da educação, a tendência é encontrar ditadores cada vez mais autoritários. Os professores repetem, os alunos repetem e a educação torna-se um mecanismo perfeitamente previsível, parte e chega a um ponto que já se conhece e o potencial de cada estudante fica sob essa camada conservadora limitante. A estrutura formal restringe as inovações a grupos que poderiam ser muito maiores, não estimula o amadurecimento do aluno logo subestima a habilidade de cada um na construção do saber. “Escola Livre não quer dizer bagunça. Podemos pensar que possa ser isso, entretanto a verdade é que assumir estudar é tomar a própria responsabilidade sobre o estudo. Isso quer dizer que é necessário ter roteiros de aprendizagem, criar projetos, dando assim a oportunidade de vida e de expansão no sentido de uma vida com compromisso consigo mesmo e com o mundo.” – José Pacheco

==== 1) Até que ponto ou momento a autonomia do estudante é validada dentro e fora da sala de aula? 2) Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento da aprendizagem efetiva? Eu irei responder as duas perguntas simultaneamente pois acredito que de certa forma elas se complementam. Eu creio que a autonomia estudantil é muito restrita dentro da sala de aula, visto que muitas vezes é imposto a ele a forma como ele irá aprender e como ele será avaliado, sendo que cada pessoa absorve o conteúdo de uma maneira que lhe convém, logo muitos são prejudicados devido a essa imposição, isso se deve principalmente à estrutura formal do atual sistema educacional brasileiro, pois ela se baseia no que o aluno faz ou deixa de fazer para a definição de sua nota, como por exemplo o visto em uma tarefa de casa ou a entrega de algum trabalho, porém não é avaliado se o aluno realmente aprendeu o conteúdo, e aí entra a autonomia do aluno fora de sala, pois ele deve ter consciência e maturidade para realmente realizar as tarefas e trabalhos de acordo com o aprendido em sala e não somente copiar de alguém ou de algum lugar a resposta a fim de ganhar o ponto para passar, e nesse caso acaba que o estudante ganha o ponto mas será se ele realmente adquiriu conhecimento? 

==== A autonomia do estudante praticamente não existe dentro do sistema tradicional de ensino. O modelo vigente na maioria das escolas brasileiras não valoriza o senso crítico e o desenvolvimento de habilidades artísticas, dois fatores que considero fundamentais para o estabelecimento de uma autonomia intelectual e criativa. Decorar informações e responder perguntas de forma reducionista é o que se exige do estudante desse tipo de escola, o tornando menos capaz de questionar, pensar e transformar sua própria realidade. Vejo essa maneira de educar como uma peça chave da manutenção do Estado burguês no Brasil. As elites nacionais sabem o quanto uma educação revolucionária é perigosa; não desejam de forma alguma uma classe baixa pensante e capacitada, mas sim uma massa de mão-de-obra acrítica e alheia a própria realidade.

==== Sobre a autonomia do estudante dentro e fora da sala de aula De acordo com minha concepção de como deveria ser o alicerce da educação, o aluno deveria ser integralmente autônomo e ativo durante o processo de aprendizagem. A educação deve ser um processo interno influenciado por fatores externos: Devido as necessidades de encontrar respostas para os fenômenos que ocorrem na sua vida cotidiana, o aluno deve buscar sozinho e com os recursos que dispõe, as explicações para suas perguntas. O professor deve ser somente um guia nesse processo, instigando os questionamentos e apresentando áreas do conhecimento que podem ser exploradas. Devido às particularidades de cada indivíduo e preferência de cada um sobre métodos de aprendizagem, a autonomia se torna uma solução na qual cada estudante se torna sua própria referência de como deveria ser a educação. Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento da aprendizagem efetiva? Os meios pelos quais a educação se desenvolve move o foco da atenção para o que deveria ser o mais importante: A aprendizagem. Em muitas escolas de educação básica a disciplina, as avaliações e a necessidade de constantes bons resultados esmaece o aprendizado do aluno e o uso desse aprendizado na vida cotidiana, de forma que o estudante se concentre mais em obedecer às normas pré-estabelecidas pelas instituições de ensino do que em desfrutar do que essas instituições podem oferecer. Isso faz com que com o passar dos anos os estudantes passem a compreender a escola como um local autoritário que poda as suas individualidades e não como um polo de obtenção de conhecimento.

==== 1. Até que ponto ou momento a autonomia da/o estudante é validada dentro e fora da sala de aula? R: O sistema educacional é organizado d uma forma que não proporciona(de maneira geral) prazer ao aluno durante as aulas. Sabendo disso, cria-se diversas maneiras para que a/o estudante cumpra suas tarefas, como: recompensa(nota) por aprender o conteúdo e a possibilidade de avançar na matéria se não faltar muitas aulas. Essa forma de ensino, de certa maneira, a todo momento, questiona a autonomia do aprendiz no quesito de ter competência para fazer suas obrigações por si só, pelo prazer de aprender algo, sem almejar determinada nota ou temer algum tipo de punição. 2. Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento da aprendizagem efetiva? R: Acredito que a estrutura formal da educação pouco colabora pra um aprendizado eficaz, pois incentiva o ser a aprender por qualquer motivo que não seja o próprio entusiasmo de receber conhecimento, da curiosidade a respeito do conteúdo. E isso ocorre porque o método de ensino convencional, por ser algo exaustivo e massivo, que tem pouquíssimo espaço para o lado lúdico do ser, não incita na/o estudante o interesse por aprender. Tal realidade acaba colaborando para que as/os alunas/os apenas decorem a matéria para passarem de ano ou não serem punidos de alguma maneira, e não para de fato aprenderem.

==== Pergunta 1: Até que ponto e momento a autonomia do estudante é valorizada dentro e fora da sala de aula? (Agrego à resposta, a minha interpretação: Dar autonomia ao estudante é vantajoso ou não?) -A autonomia do estudante em todos os ambientes é limitada. Quero dizer, pouco se vê estudantes desenvolvendo atividades em que eles mesmos opinaram e escolheram fazer, sempre vem de uma figura superior, seja o professor um um apoiador educacional etc. A liberdade de escolha atrai aos estudantes. Se sentir parte de algo, se sentir um colaborador, faz com que o empenho seja melhor. Dar autonomia aos estudantes é dizer que há confiança, é dar responsabilidade e isso deve ser valorizado, levando em conta que se aproveitaria mais das matérias e conteúdos. Pergunta 2: Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento da aprendizagem efetiva? (Agrego à resposta, a minha interpretação: A estrutura formal da educação ainda é a única eficaz?  -A estrutura formal da educação pode ter sido por muito tempo eficaz, porém, o ser humano evolui, muda, e quem ou o quê não o acompanha, perde sua eficácia. As formas mais extrovertidas e flexíveis de ensinamento, em que o aluno tem espaço para desenvolver e debater seus pontos, trazem mais aprendizagem. Também ser um(a) colaborador(a) em sala, e não apenas um aluno, efetiva o conhecimento e atrai aos estudantes. Assim como as metodologias criativas, aquelas que fogem das duras provas e testes, nos interessam mais.

==== 1. Até que momento a autonomia do estudante é valorizada dentro e fora da aula? No atual modelo educacional a liberdade só é dada de certa forma fora de sala de aula ao deixar a responsabilidade de estudo individual com o aluno. Porém, dentro de sala de aula, de acordo com Michel Foucault, forma-se um ambiente de reclusão no qual há uma figura de poder ( professor) para sancionar quem desobedecer suas normas. Portanto, a autonomia do estudante é relativa e varia. 2. Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento da aprendizagem efetiva? A estrutura educacional formal pode tanto ser considerada um atraso quanto um modelo estável e seguro. Dessa forma, é imprescindível , de acordo com Paulo Freire , escolas acolhedoras e abertas ao debate para assim determinar qual modelo se aplica melhor para aquele ambiente escolar e qual será mais efetivo para a aprendizagem dos estudantes.

==== Primeira pergunta: Até que ponto a autonomia do estudante é valorizada dentro e fora de sala de aula? Resposta: Dentro de um regime estudantil, há de se considerar uma autonomia induzida, que seria a escolha subjetiva dentro da esfera normativa daquele regime. Ou seja, o aluno está exercendo sua autonomia dentro daquilo que lhe é permitido pela instituição da qual faz parte, sendo obrigado a escolher entre A, B e C em um universo do alfabeto inteiro. Por, em teoria, ter escolha o aluno sente que tem autonomia. Portanto, a autonomia do aluno é valorizada dentro e fora da sala de aula apenas quando condicionada a fatores pré-estabelecidos. Segunda pergunta: Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento à aprendizagem efetiva? Resposta: A estrutura formal da educação é efetiva quando se trata da aprendizagem basilar do individuo, porém é um empecilho quando se está formando uma nova pessoa, profissionalmente falando, pois os valores de cada pessoa são ignorados e suas próprias escolhas também. Ou seja, em certo ponto a estrutura formal da educação torna-se apenas um fator a ser decorado para uma prova e nada mais, sem acrescentar inteligência ao estudante. Portanto, o valor da estrutura formal da educação é perto de ser nulo, afinal apenas propõe perspectivas vazias e ignora o que realmente deveria ser aprendido.

==== 1. Até que momento a autonomia do estudante é valorizada dentro e fora desala de aula? 2. Qual o valor da estrutura formal da educação, em detrimento da aprendizagem efetiva? O que se é apresentado para o estudante nos moldes educacionais de hoje limita-o a uma prática condicionada e repetitiva, sem que ele se sinta livre para produzir por si e para si. Portanto, a autonomia desse aluno faz-se valorizada a partir do momento em que há correspondência a essa estrutura findada há tempos pelo sistema de ensino. Ademais, a manutenção dessa estrutura educacional faz-se presente não para o bem íntegro do aluno, mas com objetivo de facilitar e mecanizar o processo de ensino sem que haja custos com relação ao tempo e inovação para a camada estudantil.

==== 1- Acredito que autonomia estudantil é medida dentro e fora de sala de aula de formas diferentes, assim como também é medida diferentemente na escola e na faculdade. Dentro de sala, o estudante tem um dever que muitas vezes é marcado pela presença, pelo estudo e forma que o ensino brasileiro é regido, em que há um professor que o fala sobre como tudo tem que ser, a forma de pensar e etc. Enquanto isso, há grupos estudantis que são formados para aumentar a autonomia e a voz do estudante dentro de sala de aula, como grêmios estudantis e centros acadêmicos que buscam estender essa autonomia. 2- Assim como o mencionado na pergunta anterior, o sistema de ensino brasilieiro é formado de uma forma que o estudante fica sentado e tem que aceitar/absorver o pensamento e a realidade de outra pessoa, e aprender em cima disso, porém é importante haver o pensamento do que é a aprendizagem na realidade. A forma que o estudante aprende vai muito além desta conversa formal que é feita em sala de aula, acredito que o aprendizado é formado muito mais pelo debate, por exemplos, por formas diferentes da sala de aula normal pois isto gera curiosidade no estudante. 

==== Pergunta 1 e 2  - Creio que a autonomia do estudante tenha uma maior importância fora da sala de aula, tendo em vista que ainda vivemos em uma sociedade onde a maioria ainda considera a estrutura formal da educação (professor fala, aluno escuta), como se fosse a forma mais efetiva de aprendizagem, o que não  é verdade em muito casos de alunos e por isso a autonomia do aluno deveria ser mais respeitada  também dentro da sala de aul

==== Até que ponto/momento a autonomia do estudante é valorizada dentro e fora da sala de aula? Os professores estão acostumados a não da uma autonomia para os alunos com o recenseio de não receber um resultado, pois os estudantes em sua grande parte não demostram interesse em sala de aula. Partindo desse ponto de vista, diria que a autonomia do estudante só valorizada quando o aluno demostra que merece aquela confiança da parte do professor, e no geral ela acaba quando esse mesmo aluno não cumpre com sua obrigação em sala de aula levando o professor a não lhe dá nem um tipo de autonomia.  Qual o valor da estrutura formal em detrimento da aprendizagem efetiva? A escola com os ensinos formais e clássico é melhor que uma escola moderna com uma forma diferente de ensinar? Todos nós já nos perguntamos se aquela escola rigorosa é melhor que aquela com um estilo mais liberal. Eu diria que há os pros e contras em cada uma. Uma instituição mais formal em sua maioria é mais organizada pois a ordem em sua maioria é o quesito principal, nessas escolas a também uma padronização muito grande, o que nos leva aos contras que seria principalmente o fato de que somos diferentes com ideias, pensamentos e formas de aprender diferentes e muitas das vezes oque da certo para o meu colega não da para mim, então apenas uma forma de ensinar não é suficiente, ademais os alunos são alienados dentro dessas intuições a pensar só dentro da caixinha. No entanto as intuições mais modernas trabalham com a autonomia do aluno, com o livre árbitro, fazem os alunos pensarem e escutam mais suas sugestões, nessas intuições se é mais valorizado os pensamentos e as vontades do que a ordem. Em todos os casos eu diria que as duas tem formas tem coisas ruins e boas, basta saber trabalhar isso em cada intuição.

==== 1- Até que ponto/momento a autonomia do estudante é valorizada dentro e fora de sala de aula? Resposta: A autonomia do estudante é valorizada desde que ele entenda o seu papel como aluno e aprenda a administrar suas responsabilidades de modo que não tenha necessidade de alguém lhe explicando e lembrando de seus deveres e obrigações. A partir do momento em que, por receber essa autonomia, o estudante começa a ignorar e deixar de lado suas responsabilidades (como estudar, prestar atenção nas aulas, realizar as atividades, tirar dúvidas etc.) ele começa a desvaloriza-la, demonstrando nenhum interesse ou esforço perante aquilo. 2- Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento da aprendizagem efetiva? Resposta: A cobrança é uma das mais marcantes características do ensino formal. O professor olha se os alunos fizeram o dever de casa, passa provas e exercícios para serem corrigidos e etc. O tempo todo os alunos dentro das escolas são lembrados de suas responsabilidades e deveres (sofrendo até uma certa pressão). Porém, existem diversas formas de “burlar” o sistema fingindo estar aprendendo quando na verdade está colando nas provas, copiando o dever do colega de sala e decorando a matéria no dia anterior da prova. Portanto, a aprendizagem da estrutura formal é efetiva até o momento em que o aluno se interessa e se dedica. Infelizmente, se não partir do aluno a dedicação aos estudos independente do que a escola faça, o seu aprendizado não será efetivo.

==== 1- Até que ponto/momento a autonomia do estudante é valorizada dentro e fora da sala de aula? Reposta: A autonomia do estudante deve ser efetivamente valorizada a partir do momento em que o dicente demonstra capacidade e maturidade para produzir crescimento intelectual sem depender totalmente do professor. 2- Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento da aprendizagem efetiva? Resposta: Nos dias de hoje o valor é quase 0, o sistema educacional com a estrutura formal tem a intenção de fazer o aluno decorar e não aprender. Valorizam mais a nota do que o aprendizado efetivo, desvalorizando o desenvolvimento intelectual. Gerando, dessa forma, práticas de chantagem como a "cola".

==== - Até que ponto / momento a autonomia do estudante deve ser valorizada dentro e fora de sala de aula? - A autonomia do estudante deve ser valorizada ate o ponto que proporcione uma relação de igualdade entre o professor e o estudante e em que o professor se torne um facilitador de entendimento e conteúdo, para que o estudante se interesse e consiga resolver com mais facilidade os problemas dentro e fora do contexto de educação e se torne um indivíduo mais proativo. - Qual o valor da estrutura formal de educação em detrimento da aprendizagem efetiva? - A estrutural formal da educação proporciona um estrutura rígida e regrada com a intenção de ser o mais objetiva e direta possível no processo de educação, todos tem obrigações que devem ser cumpridas para que se atinja a meta, o que faz com que em sua maioria os indivíduos sejam igualmente formados e capacitados para passarem de cada etapa, caso não atinjam essa meta repetirão o processo ate que consigam.

==== 1- Até que ponto / momento a autonomia do estudante é valorizada dentro e fora da sala de aula?  R:   A autonomia do estudante em sala de aula desempenha um papel importante, se não essencial no processo de aprendizagem, visto que a escola deveria incentivar o mesmo a conhecer suas aptidões, superar dificuldades, permitir que ele tome decisões e encare suas consequências e tornar a transição do ensino médio para "o mundo real" (a faculdade e/ou o mercado de trabalho) menos chocante, vez que a familiaridade com esse tipo de responsabilidade ja fôra desenvolvido durante seu contato com o ambiente escolar. No entanto, quando se trata do método "tradicional", isto é, comumente empregado nas instituições de ensino médio e fundamental, essa autonomia não é encorajada com a ênfase que deveria, o estudante simplesmente recebe instruções normalmente imutáveis e é punido por não segui-las, o que acaba tornando a escola um obstáculo no desenvolvimento do apresso pelo aprendizado e do descobrimento pelas paixões do estudante, quando deveria, na verdade, ser o principal caminho para os memos. Conclue-se, então, que a autonomia do aluno não é incentivada pelo sistema de ensino contemporâneo nem dentro e nem fora da sala de aula, ao menos não o suficiente. 2 - Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento da aprendizagem efetiva? R: A estrutura formal de educação empregada atualmente no Brasil foi elaborada com o objetivo de preparar o cidadão para o ingresso no setor econômico primário (pensamento herança da revolução industrial) e demonstra diariamente o quão antiquada se encontra.  Dentro do contexto em que vivemos, onde o adolescente e o jovem brasileiro (em maioria) tem acesso a internet e não necessariamente pretende ingressar no setor primário, ou ao menos não de forma permanente, este sistema não cumpre mais sua função, essa sendo condicionar o estudante a ingressar na universidade ou de se preparar para as responsabilidades que enfrentará no mercado de trabalho, coisa que poderia ser feita permitindo que ele explorasse os ramos do conhecimento e fosse encorajados a encontrar entre eles o que mais lhe atraisse, ou dando a ele maia responsabilidade.

==== 1°- Até que ponto a autonomia do estudante é valorizada dentro e fora da sala de aula?  R: Isso depende do contexto escolar que o estudante está inserido. Como exemplo, a escola em sala de aula o aluno possui uma autonomia limitada pelo professor sendo "obrigado" a focar na aula e cumprir as regras do professor e da didática que sua instituição impõem, nesse mesmo contexto,fora do ambiente escolar o aluno está sujeito a autonomia fiscalizada, na qual se ele n cumprir com suas obrigações como aluno, além de diminuir sua pontuação a instituição cobra e punir os que não as cumprem. Entretanto, o contexto de uma universidade se difere, pois o estudante adquire mais autonomia, porém ainda possui deveres a cumprir com os professores como estudante ou sua menção cairá, poderá correr riscos de reprovação e ainda deve cumprir coma as leis e regras de conduta da instituição. 2°- Qual o valor da estrutura formal da educação em detrimento da aprendizagem efetiva? R: Atualmente, a estrutura formal da educação, principalmente no ambiente escolar, não se preocupa muito com o que o estudante realmente aprendeu e na realidade se ele possui capacidade ou não de passar em um vestibular de uma faculdade renomada, trazendo status a instituição. Portanto isto se tornou um grande problema, o estudante não se recorda do que aprendeu após passar no seu vestibular, pois a maioria da matéria foi decorada e é rapidamente esquecida pelo inconsciente e acaba sendo cobrado pela faculdade este conhecimento que não foi adequadamente ensinado e absorvido. Dessa forma, esta estrutura é desvantajosa para o estudante e ineficaz como modo de ensino.